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Irmãos de dois e cinco anos se afogam e morrem em açude de fazenda

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Dois irmãos, sendo um menino de dois e uma menina de cinco anos, morreram afogados na tarde de sábado (27) em um açude, na comunidade de Campo Alegre de Baixo, em Nossa Senhora do Livramento (distante 27km de Cuiabá). 

Testemunhas informaram que as crianças brincavam no local quando acabaram se afogando. Eles não sabiam nadar e acabaram afundando em determinando momento da brincadeira. A mãe das crianças ficou em total estado de choque ao saber do acontecido. 

Após ser confirmada as mortes, a polícia e a equipe do hospital de Livramento foram acionados e após deslocarem até o local. O IML foi acionado e recolheu o corpo. O velório das crianças será neste domingo na comunidade onde ambas residiam. 

O Corpo de Bombeiros emitiu mais um alerta aos pais e responsáveis por crianças que residem próximos de rios, açudes e lagos. Que orientem os menores a não irem para o lado fundo da água e nem brincarem sozinhas na beirada dos lagos. 

FONTE/ REPOST: MAX AGUIAR – OLHAR DIRETO

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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