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Jovem morre em acidente de moto e família critica demora do IML: “descaso”

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A família do jovem Daniel  do Nascimento, de 22 anos, vítima da colisão entre duas motocicletas  ocorrida  em Tangará da Serra, na  madrugada na madrugada na última quinta  (16), próximo ao frigorífico da cidade, denúncia descaso no Instituto Médico Legal (IML).

Isso porque o rapaz gravemente ferido foi levado para Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24 Horas) e faleceu por volta das 16h, mas não havia médico legista nem técnico em necropsia de plantão para fazer a perícia no corpo.

Eu e meus irmãos trabalhamos a vida inteira no IML e quando precisamos, não fomos atendidos. O corpo do meu sobrinho passou a madrugada em cima da mesa”. Tio da vítima – Raul Nascimento

Com isso, o corpo de Daniel do Nascimento ficou  aguardando necropsia até sexta (17) pela manhã. A situação  revoltou seu tio Raul Ruas do Nascimento, técnico em necropsia aposentado, que trabalhou no IML de Mato Grosso durante três décadas. Outros dois familiares da vítima também são aposentados da Politec.

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“Isso é um descaso muito grande com a população, que paga impostos e não tem os serviços quando precisa. Eu e meus irmãos trabalhamos a vida inteira no IML e quando precisamos, não fomos atendidos. O corpo do meu sobrinho passou a madrugada em cima da mesa, aumentando o sofrimento da família. Como uma cidade da importância de Tangará da Serra não tem um legista e um técnico de plantão?”, desabafou.

FONTE/ REPOST: JACQUES GOSCH

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Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

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Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.

Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.

A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.

Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.

Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.

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“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.

Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.

 

Serviço

Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

Horário: 28 de maio, às 19h

Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá

Entrada franca

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