MATO GROSSO
Justiça tira Joven Pan FM e Nativa FM do ar e devolve controle de rádios a empresa de Julio Campos
MATO GROSSO
A juíza Olinda de Quadros Altomare Castrillon, da 11ª Vara Cível de Cuiabá, deu decisão favorável à empresa Rádio e Televisão Industrial Ltda., que tem como um dos proprietários o ex-governador Julio Campos, em uma ação contra a P.H.D Publicidade e Eventos Eireli. Por causa disso as rádios Jovem Pan FM Cuiabá (93.3 Mhz) e Nativa FM Cuiabá (90.1 Mhz), arrendadas pela empresa alvo da ação, foram tiradas do ar. As rádios estariam operando em desacordo com o projeto técnico homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).
A Rádio e Televisão Industrial Ltda., que faz parte do Grupo Futurista de Comunicação, entrou com uma ação de rescisão de contrato de compra e venda de horário de rádio, com ação de cobrança de valores devidos e multa contratual, com ação de indenização por danos materiais, contra a P.H.D Publicidade e Eventos Eireli, que transmitia os sinais das rádios Joven Pan e Nativa.
A concessão das rádios pertence ao Grupo Futurista de Comunicação, porém o grupo PHD Publicidade arrendou as duas. A autora da ação alegou que houveram reiterados descumprimentos das cláusulas contratuais e requereu que não seja obrigada a permanecer em relação contratual com a empresa alvo. O grupo ainda requereu que seja permitida a rescisão antecipada do contrato, por causa do risco de perda de duas concessões.
Também pediu que seja autorizada a recuperação dos equipamentos que estejam na posse da P.H.D Publicidade e Eventos, “com o imediato desligamento dos transmissores para atualização de projetos técnicos após a aquisição e instalação de equipamentos novos”. A juíza verificou que houve descumprimento do contrato e operação em desacordo com o projeto homologado pela ANATEL.
“Restou comprovado o descumprimento contratual da parte requerida, tanto na utilização das frequências de rádio, quanto na manutenção dos equipamentos cedidos para a execução contratual, tendo em vista que conforme documentos acostados, a utilização do transmissor com relação a capacidade de potência de operação em desacordo com o projeto técnico homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL”.
FONTE/ REPOST: VINICIUS MENDES – OLHAR JURÍDICO
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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