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Médico erra pedido de exames em MT

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Um jovem de 20 anos sofreu um acidente doméstico e teve o pé esquerdo machucado por uma barra de ferro nesse domingo (20), em São José dos Quatro Marcos, a 308 km de Cuiabá. Ao ser atendido, o médico, no entanto, pediu exames no pé direito, onde não havia ferimento.

De acordo com uma moradora ouvida pelo g1, que não quis se identificar, havia bastante barulho na unidade hospitalar no momento do atendimento. Pela correria habitual do setor de emergência, o médico acabou pedindo exames no pé errado, o que gerou indignação por parte da família do paciente.

Ele procurou ajuda no Pronto Atendimento do município e chegou a receber soro, mas precisou segurar o utensílio por falta de suporte. “Ainda tinha muita algazarra no hospital e lá é um lugar de silêncio”, disse.

Segundo ela, os exames foram feitos na cidade vizinha nesta tarde em um hospital particular. Ao g1, o prefeito Jamis Silva Bolandin (Solidariedade), disse que se reuniu na tarde desta segunda-feira (21) com o diretor do pronto atendimento e já estão tomando as devidas providências.

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FONTE/ REPOST: G1

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TJMT concede essencialidade de maquinários agrícolas mesmo após término do período de blindagem 

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A Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, através de julgamento unanime, decidiu que a proteção de bens essenciais à atividade rural pode subsistir, mesmo após o término do chamado stay period — período de suspensão das ações e atos de expropriação previsto na Lei de Recuperação Judicial.

O julgamento ocorreu no âmbito de um agravo de instrumento envolvendo empresa Martelli Agroindustrial, em recuperação judicial com dívidas declaradas de R$ 244 milhões, e tratou da possibilidade de constrição de maquinários agrícolas indispensáveis à produção da safra 2025/2026.

Ao reformar decisão de primeiro grau, o TJMT reconheceu que o encerramento do stay period não retira automaticamente a competência do juízo da recuperação judicial para analisar a essencialidade dos bens e decidir sobre medidas constritivas.

Na prática, o Tribunal entendeu que a competência do juízo recuperacional permanece até o encerramento formal do processo e os bens essenciais à atividade econômica não podem ser retirados quando isso comprometer a continuidade da atividade.

A decisão também suspendeu medidas de busca e apreensão sobre tratores, colheitadeiras, plantadeiras e outros equipamentos considerados fundamentais para a manutenção da produção agrícola.

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O processo foi conduzido pela banca de advogados do Grupo ERS, que analisam a medida como “um avanço no entendimento que a análise da essencialidade dos bens deve priorizar a preservação da atividade econômica e ainda, reforça o papel da Assembleia Geral de Credores como espaço para deliberação sobre medidas que impactam diretamente o sucesso da recuperação”, explica a advogada, Ranielly Chagas.

Além disso, o entendimento sinaliza que medidas de execução individual devem ser analisadas com cautela quando houver risco de inviabilizar a atividade produtiva, mesmo em situações envolvendo créditos extraconcursais.

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