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Preso dormindo na casinha do cachorro confessa ter matado homem após levar tapa no rosto

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Um homem de 27 anos, que não teve o nome divulgado, confessou ter matado Wirlan Pereira de Oliveira, de 34 anos, no Terminal Rodoviário do município de Lucas do Rio Verde (354 km de Cuiabá), após ter levado um tapa no rosto, desferido pela vítima. Ele foi encontrado dormindo em uma casinha de cachorro.

Wirlan foi morto após ser atingido por diversos golpes de faca. Logo que acionados para atender a ocorrência de morte no Terminal Rodoviário que fica no bairro Jardim Alvorada, a equipe plantonista da Delegacia de Lucas do Rio Verde iniciou as investigações para apurar o crime. 

As equipes fizeram levantamentos e ouviram testemunhas, até que conseguiram identificar o autor do fato. No início da manhã de domingo (26), os policiais escobriram que o suspeito estava escondido em uma residência no bairro Alvorada. 

Chegando no endereço, o mesmo foi surpreendido escondido dormindo na dentro da casinha do cachorro. Ao ser abordado, ele assumiu a autoria do homicídio, alegando que o motivo foi em razão de ter levado um tapa na cara desferido pela vítima. Então, o jovem foi até sua casa,  pegou uma faca e desferiu os golpes em Wirlan Pereira de Oliveira. 

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Em seguida o suspeito foi conduzido até a Delegacia de Lucas do Rio Verde, interrogado pelo delegado Marcelo Maidame e autuado em flagrante por homicídio qualificado pelo motivo fútil. 

Após a confecção dos autos, o preso foi colocado à disposição da Justiça. A pena pode prevista é de 12 a 30 anos de reclusão. 

FONTE/ REPOST: WESLEY SANTIAGO – OLHAR DIRETO

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Empreendedorismo feminino cresce 20% em MT e já soma 244 mil donas de negócios

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A necessidade financeira e a oportunidade de atuar na área desejada impulsionam o aumento de mulheres no empreendedorismo. Pesquisa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) revela que 244 mil mulheres são donas do próprio negócio no estado. O volume expressivo representa crescimento de 20% em relação a 2025. Em todo o país, são 11 milhões de empreendedoras.

A diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, destaca que essa presença vai além dos números e reflete uma transformação social profunda. “Grande parte das empreendedoras é mãe e responsável pelo sustento do lar. Observamos que, cada vez mais, elas estão mais capacitadas e qualificadas para tocar o próprio negócio em busca de independência, o que transforma a realidade de suas famílias e comunidades por meio da gestão empresarial”, afirma Lélia.

Os números do levantamento confirmam a análise e traçam um perfil detalhado: seis em cada dez dessas mulheres têm entre 25 e 44 anos. No âmbito familiar, 61% são casadas, enquanto solteiras e divorciadas somam 16% cada; 68% do total possuem filhos. Quanto à escolaridade, 47,7% concluíram o ensino médio, 38,1% têm ensino superior e 1,8% possuem pós-graduadas, o que evidencia uma base educacional sólida para a condução das empresas.

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No que diz respeito à atuação no mercado, o setor de serviços lidera com 40%, seguido de perto pelo comércio, com 38%. Os nichos de maior destaque incluem higiene e cosméticos, moda, alimentos e bebidas, saúde e bem-estar e artesanato. A maturidade desses empreendimentos também chama a atenção: 42,9% das empresas são consideradas consolidadas, com tempo de atuação entre 3,5 e 9 anos.

A motivação para abrir o próprio negócio se divide entre sonho e realidade. Enquanto 40% das entrevistadas empreendem por oportunidade, outros 40% o fazem por necessidade financeira. Além disso, a busca por autonomia (31%), a paixão por determinado trabalho (29%) e o desejo por horários mais flexíveis (22%) aparecem como fatores determinantes para a decisão de investir na própria trajetória profissional.

Barreiras

Apesar do crescimento, o acesso ao crédito permanece como um dos principais gargalos para a expansão desses negócios. A pesquisa aponta que três quartos das empreendedoras enfrentam dificuldades nessa área: 31% nunca buscaram crédito, 20% nunca procuraram, mas têm interesse; e 22% já tentaram obter o recurso, mas tiveram o pedido rejeitado. Quando conseguem financiamento, destinam o capital prioritariamente a capital de giro, reformas, ampliação, compra de materiais e quitação de dívidas.

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Outro ponto crítico é a informalidade, alimentada por entraves burocráticos e receios financeiros. Para 38% das mulheres, o excesso de burocracia representa o maior obstáculo à formalização, enquanto 21% admitem medo de assumir compromissos fiscais. Além disso, 20% das entrevistadas não veem necessidade imediata de formalizar o negócio. Na visão de analistas, os indicadores mostram espaço importante para ações de conscientização e simplificação de processos por parte dos órgãos de apoio.

Sobre a pesquisa

O levantamento especial feito pelo Sebrae/MT foi realizado por meio de entrevistas telefônicas, com 1.304 empreendedoras no estado de Mato Grosso. O estudo apresenta uma taxa de confiança de 95% e margem de erro de 4%.

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