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Secretaria não tem mais estoque de testes de Covid-19 e não há previsão de nova remessa

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Cuiabá emitiu uma nota oficial comunicando que a Vigilância Epidemiológica da Capital não conta mais com estoque de kits para testagem rápida contra a Covid-19.  Mais de 53 mil testes foram distribuídos neste mês de janeiro. Ainda não há previsão de nova remessa de kits por parte do Ministério da Saúde.

De acordo com a SMS, ao longo de janeiro foram distribuídos mais de 53 mil kits, sendo 46.800 para as unidades básicas de saúde, que receberam a última remessa na terça-feira (25). Os testes serão utilizados até se esgotar. O Ministério da Saúde faz o repasse dos kits por meio do Estado, mas ainda não há previsão de quando o município de Cuiabá receberá nova remessa.

A Secretaria afirmou já está em fase de aquisição emergencial de 70 mil kits de testagem rápida de antígeno e aguarda a finalização do processo para posterior entrega por parte do fornecedor. A SMS pediu compreensão dos usuários do SUS e destacou que não tem medido esforços para garantir a assistência necessária à população, continuando com as consultas para avaliação clínica e devidos encaminhamentos para o isolamento dos sintomáticos.

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FONTE/ REPOST: VINICIUS MENDES – OLHAR DIRETO

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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