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Veja lista dos presos em operação contra o Comando Vermelho

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O Capital Notícia teve acesso a lista com os 25 nomes dos presos da Operação PC Impacto, deflagrado pela Polícia Civil em parceria com a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) em municípios de Mato Grosso, na manhã desta terça-feira (08.02).

Conforme a PC, estão sendo cumpridos 104 mandados judiciais contra o Comando Vermelho (CV), que controla o tráfico de drogas e diversos crimes em Mato Grosso. Além dos mandados, 25 pessoas foram presas. Na lista está os nomes de Sandro Rabelo da Silva, mais conhecido como Sandro ‘Louco’, Jonas Souza Gonçalves Junior, o ‘Batman’ e Renildo Silva Rios, também chamado de “Negão”.

Conforme a Polícia Civil, Batman faz parte do núcleo 02 do Comando Vermelho. Ele é responsável pela parte financeira da organização. Mesmo preso, controlava ações da facção. 

Já Negão é considerado um dos fundadores do Comando Vermelho em Mato Grosso.

“Sandro Louco”, por sua vez, é condenado por vários crimes, entre eles latrocínios, e exerce grande poder sobre a criminalidade no Estado. O bandido é um dos principais líderes do Comando Vermelho em Mato Grosso, atuando no “Conselho Final”, setor da facção que determina as ordens a serem cumpridas.

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Veja a lista dos nomes dos 25 presos na Operação Impactos:

Sandro da Silva Rabelo (Sandro Louco); Jonas Souza Gonçalves Júnior (Batman); Fabio Aparecido Marques do Nascimento (Lacoste); Renildo Silva Rios (Chapa); Edvaldo Ricardo de Souza Almeida (Rick); Wambastther Ollion Bispo Moreira; Maikon Jonatas Amaral Costa (Zé Pequeno); Filipe Antonio Bruschi (Boneco); Pedro Cezar de Jesus (Azulão); Jeferson Andrade Viana (Soberano); Silvana Pereira Nascimento (Estrela); Gilson Mariano Dantas (Chorão); Lauro Alves Machado; Alan Gustavo Fretas Fagundes (Bebê); Adenilson Nascimento (Red Bull); Vithor Hugo Dragoni Duarte (Dragoni); Geander da Veiga (Geandro); Eberson Fortunato Rafael (Bingo); Sérgio Borges de Oliveira (Lacostinha); Diego Rodrigues dos Santos (Tangarazinho); Miullen Ribeiro Pires (Luna); Juliano de Souza Oliveira (Gordão); Nayara Dorneles; e Debora Varela de Jesus.

As ordens judiciais, sendo 25 mandados de prisão preventiva e 79 de busca e apreensão domiciliar, todas expedidas pela 7ª Vara Criminal da Capital, são cumpridas simultaneamente em 22 municípios do estado, para desarticulação da organização criminosa em diferentes polos de atuação. 

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Operação PC Impacto

Os mandados são cumpridos em Cuiabá, Várzea Grande, Colíder, Sinop, Alta Floresta, Nova Monte Verde, Peixoto de Azevedo, Planalto da Serra, Campo Verde, Primavera do Leste, Guarantã do Norte, Itaúba, Sorriso, Matupá, Terra Nova do Norte, Paranaíta, Campo Novo dos Parecis, Vera, Cláudia, Nova Santa Helena, Cáceres e Rondonópolis, com emprego de mais de 350 policiais civis.

Participam da operação policiais civis das Delegacias da Diretoria de Atividades Especiais (DAE) e das Delegacias das cidades em que são cumpridos os mandados. 

FONTE/ REPOST: CAPITAL NOTÍCIAS 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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