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Projeto ELO: Rondonópolis se torna a ‘Capital da Justiça Restaurativa’
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O Projeto ELO – Fortalecendo a Justiça, realizado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, não para de surpreender. Durante toda a semana, o município de Rondonópolis (220 km ao sul de Cuiabá) se transformou na ‘Capital da Justiça Restaurativa”. Até a próxima sexta-feira (06 de outubro), terão sido realizados mais de 70 Círculos de Construção de Paz, aplicados em 21 escolas da rede estadual de ensino, com a participação de mais de 1.000 alunos. Os números são expressivos, assim como o projeto do Poder Judiciário de levar a pacificação social para 100% das do Estado.
O gestor do Centro Judiciário de Solução de Conflito e Cidadania (Cejusc) de Rondonópolis, João Batista Barbosa Santana, chamou atenção para o poder de cura trazido pelos Círculos de Construção de Paz.
A Diretoria Regional de Educação (DRE) de Rondonópolis é responsável pela orientação pedagógica de 67 escolas estaduais e mais de 40 mil alunos, distribuídos em 14 municípios. Sozinho, Rondonópolis reúne 30 escolas e mais de 23 mil alunos. Com a certificação dos 67 novos facilitadores, realizada pelo NugJur na última segunda-feira (02 de outubro), o Poder Judiciário cumpriu o desafio de cobrir 100% das escolas estaduais de Rondonópolis com a presença de pelo menos um facilitador de circulo de paz.
“A mediação e o trabalho preventivo realizado pelos círculos de paz, são cada vez mais necessários mediante a atual situação que se encontra a sociedade. Com os círculos, nós temos percebido uma redução significativa no conflito entre os alunos. O que nós percebemos também é uma necessidade muito grande dos alunos de serem ouvidos, e esse é um momento que eles têm para eles, onde são ouvidos, apresentam seus conflitos, e com isso, eles passam a se sentirem mais interessados em estar na escola, isso também reflete na diminuição de problemas disciplinares e na evasão escolar. À medida que os círculos forem intensificados, também serão intensificadas as soluções para muitos problemas”, defendeu a diretora da Escola Estadual São José Operário, Regiane Pradela da Silva Bastos. Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT
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VÍDEO: Segundo a Guarda Municipal, enquanto passava mal, a vítima estacionou o carro, mas permaneceu com o pé no acelerador, que fez com que o veículo pegasse fogo.
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