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Tráfico Internacional: Suspeita enrolava drogas no corpo e passava por aeroporto de VG

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Na manhã desta quarta-feira (10), a Polícia Federal cumpriu o mandado de busca e apreensão de uma mulher que foi acusada de traficar cocaína pelo aeroporto de Várzea Grande, Marechal Rondon. 

Na residência da acusada, não foi encontrada nenhuma droga, porém tinham bastante “material” que seria utilizado para embalar, como fitas adesivas e sacos plásticos.

Durante a busca, não foi encontradas drogas no local, porém a suspeita confessou que utilizava os materiais para enrolar as drogas no corpo durante o trajeto. Também entregou dois telefones que eram utilizados para efetuar as negociações.

Segundo a Polícia Federal, os passageiros estão prendendo a droga junto ao corpo, entrando pelo terminal e embarcando em aviões comerciais. A quadrilha faz o tráfico de cocaína para o Espírito Santo e Maranhão.

A investigação também revelou que a família ocultava certa parte do nome para comprar as passagens. Até o momento a acusada foi detida, mas o caso segue sendo investigado.

Busca e apreensão na residência

Busca e apreensão na residência

 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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