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VÍDEO: Córrego transborda atrás do VG Shopping; Rua não fica visível

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A chuva que chegou em todo o estado de Mato Grosso neste sábado (12), trouxe péssimas experiências para os moradores de Várzea Grande. Durante poucos minutos do início da chuva, o córrego que passa atrás do Várzea Grande Shopping alagou totalmente, fazendo com que a população não enxergasse mais o buraco ou a pista.

Uma moradora da região inclusive alertou que a situação é crônica, desde que os residenciais foram criados. Ela que já enfrentou alagamentos dentro do apartamento e carro, disse que a prefeitura faz obras anualmente, mas nunca resolve a situação definitivamente.

“Deveria fechar e lacrar esse córrego. Porque além de alagar a casa e apartamentos, depois que a chuva acaba, ainda fede, sobe um cheiro imundo!”, comentou a moradora.

Indignada com a situação, ela oferece até soluções. “Todo ano arrumam mas nunca adianta, a prefeitura tinha que pegar um engenheiro bom pra isso, porque é o dinheiro do povo sendo jogado fora”.

A página de humor e divulgações do município – @espiaaivg – inclusive postou um vídeo que mostrava a situação do local no momento. 

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Assista o vídeo:

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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