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Emanuelzinho cobra votação de PL de sua autoria que suspende mensalidade do FIES para corrigir injustiça social

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Com o avanço da vacinação contra Covid-19 em todo o país e a retomada das atividades presenciais, cerca de 1 milhão de estudantes universitários aguardam também a retomada da economia e a tão sonhada oportunidade de trabalho para quitarem suas dívidas com o FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).

Registrada como a maior inadimplência da história do programa, segundo o MEC, o deputado federal Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT) cobrou em plenário mais uma vez, a urgência em votar seu projeto que suspende a cobrança da mensalidade do FIES, durante a pandemia.

“O FIES deixou de ser a porta de acesso ao ensino superior e é hoje, uma das maiores preocupações de quem está em dívida com o programa. É uma conta injusta que pesou para o brasileiro que sonhava com a faculdade, mas teve que abdicar desse sonho porque perdeu o emprego na pandemia. Precisamos dar um alívio e tempo para que se restabeleçam, ao invés de desistirem de avançar na carreira”, explica Emanuelzinho.

O projeto já bateu na pauta da Câmara dos Deputados por pelo menos quatro vezes só esse ano e mesmo em caráter de urgência, ainda aguarda apreciação dos parlamentares.

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“Nosso país sofre de uma desigualdade social que afeta também o acesso à educação e isso precisa ser corrigido. Este projeto é justamente para isso, para buscar justiça social e garantir, que esses jovens, trabalhadores, que sofreram mais o impacto da crise financeira, possam continuar os estudos, se formarem e em breve, ajudar o nosso país a se reerguer”, concluiu.

Da redação

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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