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PF prende 4 e apreende cheques e carrões com “banqueiros paralelos”

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A Polícia Federal prendeu quatro pessoas em flagrante na manhã desta quarta-feira (1°) por posse ilegal de arma de fogo e contrabando de agrotóxico. As prisões foram realizadas em Rondonópolis (212 quilômetros de Cuiabá). Além disso, os agentes apreenderam dezenas de cheques e dez veículos. 

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As prisões foram realizadas durante a “Operação Argentarius”, que tem como objetivo desestruturar uma organização criminosa que financiava atividades como tráfico de drogas, contrabando de agrotóxico, roubo e adulteração de carga de insumos agrícolas.   

Ao todo são 29 mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos nas cidades de Rondonópolis (23), Cuiabá (4), Paranavaí-PR (1) e Santana do Araguaia-PA (1).

Conforme as investigações, foram movimentados mais de meio bilhão de reais. Entre os dois principais alvos as movimentações superaram R$ 220 milhões.

Foi constatado ainda que os valores movimentados e os bens são incompatíveis com a renda declarada pelos envolvidos aumentando as suspeitas de que seja produto de atividades criminosas.

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A PF também constatou a existência de laranjas que emprestavam suas contas para que ocultar a origem e destino dos valores. Além da existência de várias empresas de fachada, as quais não possuíam nenhum funcionário registrado e indicavam endereços inexistentes.

O nome da operação faz referência aos “Argentarius”, que eram personagens do Império Romano responsáveis por bancos de depósito e operações de câmbio. Eram bancos particulares, com atuação, portanto, semelhante ao do principal alvo da operação.

FONTE/ REPOST: EMILY MAGALHÃES – FOLHA MAX 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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