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Mulher sangra em excesso durante relação e é socorrida pela policia em MT

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Uma mulher de 48 anos precisou ser socorrida na madrugada deste domingo (12) em Barra do Garças (511 km de Cuiabá) após desmaiar em decorrência de um sangramento excessivo que passou a ter enquanto fazia sexo com o namorado. 

Em pânico, o namorado solicitou via 190 a presença da Polícia Militar para transportá-la até uma unidade de saúde. Porém, não obteve êxito inicialmente.

Em seguida, acionou o Corpo de Bombeiros que alegou não ter disponibilidade de viatura para transporte. 

Os serviços de táxi também recusaram a corrida alegando não ter orientação para realizar esse tipo de corrida diante da intensidade do sangramento.

Policiais, que estavam em ronda, então, foram acionados pelo homem. No Pronto Socorro Municipal também não tinha ambulâncias. A mulher, então, foi levada até a unidade de saúde na viatura policial.

No local, mulher foi estabilizada, medicada e segue internada. O caso será investigado pela Polícia Civil.

FONTE/ REPOST: REDAÇÃO – FOLHA MAX 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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