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Criança de oito anos é a primeira a receber a vacina no Estado

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Mato Grosso entrou na corrida para imunização de crianças contra a Covid-19. O pequeno Arthur Pereira Marques, de 8 anos, foi a primeira criança a receber o imunizante na manhã desta terça (18), em Várzea Grande. 

Artur tomou a primeira dose da vacina da Pfizer, no Centro Universitário de Várzea Grande (Univag). Ele tem doença renal crônica, diagnosticada aos dois anos. 

Logo após a aplicação da vacina, Artur ganhou um “Certificado de Coragem”, emitido pela Prefeitura. 

 

Contente com a imunização do filho, Sheila Pereira Souza, mãe do Artur, relata que a vacina chega em um bom momento, em que as crianças vão precisar voltar para a escola. “Com a liberação da vacina vai ser com mais segurança [o retorno às aulas], então é muita emoção”, diz.

Mato Grosso recebeu a primeira remessa de vacinas nesta terça-feira (18). Foram 23 mil doses de vacinas pediátricas. 

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), Mato Grosso tem cerca de 400 mil crianças aptas para receber as doses. 

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Cadastro para vacinar

 

Em Cuiabá, os pais devem fazer o cadastro para imunização pelo site www.vacina.cuiaba.mt.gov.br. A previsão de começar vacinação na Capital é nesta quinta-feira (20) no polo Unic Beira Rio. 

Conforme a disponibilidade de vacina, as crianças serão imunizadas nos os polos da Unic Beira Rio (Região Leste), USF Paiaguás (Região Norte),  USF Quilombo (Região Oeste), USF do Pedra 90 Ie II  e ainda USF Parque Cuiabá (Região Sul).

Em Várzea Grande, o cadastro para as crianças de cinco a 11 anos, está disponível pelo endereço www.varzeagrande.mt.gov.br

Para ser imunizada, a criança deve estar acompanhada dos pais ou responsáveis legais e apresentar documento pessoal ou com uma  autorização assinada.

FONTE/ REPOST: DAVI VITTORAZZI- FOLHA MAX 

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Férias de julho elevam expectativa de faturamento para maioria dos bares e restaurantes

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Mais da metade dos bares e restaurantes brasileiros espera aumentar o faturamento durante as férias escolares de julho. Segundo pesquisa da Abrasel, 54% dos empresários projetam crescimento nas vendas em relação a um mês comum, sem datas comemorativas ou grandes eventos. Desse total, 44% estimam alta de até 20%, enquanto 10% acreditam em expansão superior a esse percentual.

Na comparação com as férias de julho do ano passado, o cenário também é positivo. Para 58% dos entrevistados, o faturamento será maior neste ano. Outros 22% acreditam que o desempenho permanecerá estável, enquanto apenas 10% esperam retração.

O otimismo está relacionado ao impacto que o período costuma ter sobre o fluxo de consumidores. Para 49% dos empresários, as férias de julho são importantes ou muito importantes para o desempenho do negócio. Entre os principais motivos apontados estão o aumento da chegada de turistas e visitantes (49%) e as mudanças na rotina das famílias durante o recesso escolar (43%).

No entanto, o efeito das férias não é uniforme. Em cidades menos turísticas, parte dos bares e restaurantes tende a registrar redução no movimento, o que explica por que 28% dos empresários considera que o período tem pouca ou nenhuma importância para o faturamento.

Para Daniel Teixeira, presidente da Abrasel-MT, os dados mostram que o empresário mato-grossense está otimista para este mês de julho, ainda que nosso estado tenha mais gente saindo do que entrando neste período, o mês das férias escolares tende a ter um aumento no fluxo de consumidores, criando um cenário favorável para bares e restaurantes. “A expectativa é de um movimento mais intenso, especialmente para os estabelecimentos que investirem em experiências e atendimento de qualidade para atrair famílias e grupos de amigos”, destaca ele.

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“Julho redistribui o consumo pelo país. Enquanto algumas cidades sentem a queda no movimento porque parte da população viaja, destinos turísticos vivem um dos períodos mais intensos do ano. Cidades associadas ao inverno, como Gramado, Campos do Jordão e Monte Verde, recebem mais visitantes e transformam essa sazonalidade em uma oportunidade para reforçar o caixa e compensar os meses de menor movimento”, afirma Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.

Copa do Mundo e turismo reforçam cenário favorável

Além das férias escolares, o setor também tem sido beneficiado pela Copa do Mundo, que vem movimentando especialmente os bares nos dias de jogo. Os bons resultados da seleção brasileira aumentam a expectativa do público e devem ajudar a manter os estabelecimentos mais cheios em julho.

Outro fator positivo é o bom momento do turismo internacional. Entre janeiro e maio, os turistas estrangeiros gastaram R$ 25 bilhões no Brasil, valor recorde para o período e 11% superior ao registrado nos cinco primeiros meses de 2025, segundo dados do Ministério do Turismo.

“A Copa sempre muda o clima do país, e a expectativa é de que o Brasil faça uma grande campanha, chegue à final e conquiste o hexa para completar a festa. Somada às férias de julho e ao aumento do fluxo de turistas, a competição deve seguir enchendo as mesas, reunindo as torcidas e impulsionando o movimento nos negócios”, destaca Solmucci.

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Maio registra desempenho positivo

A pesquisa da Abrasel mostrou ainda que os empresários encerraram maio com indicadores favoráveis. O mês terminou com 39% das empresas operando no lucro. Outras 41% registraram equilíbrio financeiro, enquanto 19% tiveram prejuízo. Na comparação com abril, quase metade dos estabelecimentos (47%) informou crescimento no faturamento. Para 27%, a receita permaneceu estável, enquanto 25% registraram queda. 1% das empresas não existiam em maio.

“Maio costuma ser um mês muito importante para bares e restaurantes porque conta com o Dia das Mães, uma das datas mais fortes do calendário do setor. O fato de quase metade das empresas ter conseguido ampliar o faturamento em relação a abril mostra resiliência e capacidade de adaptação em um ambiente ainda marcado por margens apertadas, custos elevados e forte pressão sobre o caixa”, afirma Solmucci.

Os dados do estudo mostram que apenas 8% dos empresários conseguiram reajustar os preços acima da inflação nos últimos 12 meses. Outros 57% reajustaram conforme ou abaixo da inflação, enquanto 35% não conseguiram fazer qualquer reajuste.

A pressão sobre o caixa também aparece na inadimplência. De acordo com o levantamento, 37% dos estabelecimentos possuem algum pagamento em atraso. Entre eles, os principais débitos são impostos federais, mencionados por 75% dos empresários, seguidos pelos tributos estaduais, citados por 44%.

 

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