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DAE vai recorrer de acusação de que fornece água suja para população

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JB News

Por Alisson Gonçalves

Após vídeo de moradores do Santa Barbara em VG recebendo água suja, DAE é condenado por fornecer água suja aos moradores.

De acordo com as informações o DAE- VG terá um prazo de 15 dias para provar que envia aos moradores água potável (Limpa), já que com a conta paga os moradores tem esse direito, se caso não apresentarem nenhum tipo de prova até o prazo estipulado será condenado a pagar uma multa de R$ 1.000 para a moradora que mandou o vídeo.

Além disse segunda a moradora água além de sujo estava com mal cheiro, ao procurar o DAE nada foi feito.

Essa não a primeira vez que DAE de VG vai a justiça por fornecimento de água impróprio, são mais de 200 processos movidos pelos moradores de VG.

Água fornecida pela a empresa, apresentava “coliforme totais bactérias” acima dos limites previstos pela Ministério da saúde.

Em conversa com o secretário de Comunicação de VG, Pedro Marcos Campos Lemos, o mesmo informou ao JB NEWS que VG vai recorrer da decisão, pois os exames realizados pela prefeitura comprovam que a água que chega no reservatório é de boa qualidade, e o problema está entre o reservatório e a distribuição que acontece dentro do próprio residencial, mas que toda decisão judicial até o momento será cumprida.

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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