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Cuiabana descobre que estava grávida de gêmeos durante o parto: ‘nem o ultrassom mostrou’

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Quando engravidou, a cuiabana Karina Leticia da Silva Barros, de 19 anos, pensava que teria apenas um filho. Na manhã desta quinta-feira (27), porém, a jovem teve uma surpresa no Hospital Geral (HG), em Cuiabá. Após realizar o trabalho de parto natural do primeiro filho, Miguel, Karina passou a sentir contrações novamente. Era Gabriel, o segundo filho que nem mesmo as ultrassons do pré natal conseguiram encontrar.

“Eu estava na sala olhando o que seria feito, quando ela começou uma outra dor, do mesmo jeito, [com] contração, tudo. Ela começou a gritar, e aí foi onde a gente foi correndo pra ver o que que era. Ela estava dando a luz ao segundo menino, que é o Gabriel. Foi um susto pra gente, porque a gente não esperava e então foi uma surpresa enorme”, conta Kethily Ludmila, 21 anos, irmã de Karina. 

Kethily conta que a irmã entrou em trabalho de parto nesta quarta-feira (26), após ter começado a perder líquido amniótico, o líquido que reveste o bebê na bolsa uterina. Inicialmente, a família foi para um hospital em Várzea Grande, mas depois Karina foi encaminhada para o HG, por conta do parto prematuro, de apenas 34 semanas. 

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“Ela ficou internada desde ontem e hoje pela manhã veio a dar a luz, de parto natural. Ela estava fazendo o pré Natal dela certinho, ela fez o ultrassom e no ultrassom, apareceu somente um bebê. A gente estava crente que era só um bebê”, conta a irmã. 

Neste momento, Karina está na enfermaria e os filhos, Miguel e Gabriel estão em uma sala de observação respirando com o auxilío de bolsas de oxigênio. Conforme relata a irmã de Karina, os bebês tiveram que fazer muita força durante o parto e, por isso, nasceram cansados. 

A surpresa também trouxe desafios para a família, que neste momento realiza uma campanha para arrecadar insumos para as crianças. Segundo conta Kethily, a irmã, que atualmente está desempregada, havia preparado enxoval apenas para uma criança. Além disso, o chá de bebê será feito apenas em fevereiro. 

“A gente não tinha ainda preparado o enxoval do bebê, muito menos de dois bebês, porque a gente tinha a certeza de que era somente um. A gente veio com o que tinha e agora no momento os bebês estão na sala de observação”, finaliza. 

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Para aqueles que têm interesse em colaborar com Karina, doações em dinheiro podem ser feitas a partir desta chave de PIX: 06237817190 (CPF). Outras formas de contribuição podem ser realizadas em contato com a irmã, Kethily, a partir deste telefone:65 9 9810 9920.

FONTE/ REPOST: MICHAEL ESQUER – OLHAR DIRETO
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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