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VÍDEO: Ladrão é detido por populares e amarrado em placa de sinalização em MT

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Um homem de 29 anos foi amarrado por populares em uma placa de sinalização após furtar um veículo Fiat Strada no Distrito Ranchão, na cidade de Nova Mutum (240 km de Cuiabá). O fato aconteceu na tarde do último sábado (29).   

Segundo informações do site Agitos Mutum, o furto aconteceu por volta da 1h. A vítima percebeu que o portão da sua residência estava aberto e que seu veículo havia sido levado. As câmeras de segurança registraram a ação do suspeito.

Para a vítima, um de seus funcionários disse que teria visto o suspeito nos fundos do alojamento de uma loja fazendo uso de entorpecente. Diante das informações, o proprietário na companhia do seu funcionário se dirigiu até o local a fim de encontrar o acusado.

Ao passarem no pedágio na rodovia da produção, foram informados que por volta das 02h00, seu veículo teria passado rapidamente a cancela sem pagar, sentido a Nova Mutum. Segundo a vítima, ao chegar na Rua dos Mamoeiros com a Sete Copas, bairro Res. Buritis, encontrou o seu veículo estacionado sem as ferramentas e sem o estepe, todo molhado e sem a chave de ignição.

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Diante disso, a vítima relatou que passou pelas borracharias das proximidades para localizar o estepe. Em uma delas, foi informada que o acusado estava tentando vender para abastecer o veículo.

Pouco depois, o suspeito retornou ao carro. Ele foi contido e amarrado em uma placa de sinalização até a chegada da PM. Diante dos fatos, o acusado foi encaminhado para a delegacia para as devidas providências.

Veja o vídeo que circula nos grupos de Whatsapp, onde o acusado aparece amarrado com uma corda, na placa de sinalização “pare”.  

Assista o vídeo:

FONTE/ REPOST: LETICIA KATHUCIA – FOLHA MAX 

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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