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Brasil estreia na Olimpíada de Inverno com esquiadora Sabrina Cass

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A Olimpíada de Inverno de Pequim começou hoje (3) para o Brasil com a participação da esquiadora Sabrina Cass, de 19 anos, na primeira prova classificatória de moglus (descida de montanha em velocidade, com dois saltos com acrobacias), no Parque de Neve de  Genting, na zona de competição de Zhangjiakou, a cerca de 2h40 de Pequim. Estreia em dose dupla, já que o país nunca havia disputado a modalidade. 

A brasileira ficou na 21ª posição, mas volta a esquiar às 7h de domingo (6) em busca da classificação na segunda e última qualificatória: apenas as 10 primeiras colocadas avançam à final. 

“Hoje realizei um sonho. Queria vir para os Jogos Olímpicos desde pequena. Sempre sonhei, mas nunca imaginei que isso poderia se tornar realidade. É muito emocionante representar o Brasil nos Jogos. Estou muito feliz por ter chegado até aqui e agradeço a todos que me ajudaram e torceram por mim”, disse Sabrina, que somou 62.20 pontos, em depoimento ao Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Na prova de moglus, o esquiador tem que descer a montanha no menor tempo possível e executar dois saltos com acrobacias. A pontuação é atribuída de acordo com a técnica de esqui, as manobras aéreas e o tempo para completar o percurso. Antes de Sabrina Cass, o Brasil só teve um representante no esqui estilo livre: Josi Santos, em Sochi (2014), só que no na prova de aéreos. Na época, ela encerrou a participação na 22ª colocação.

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Nascida em New Haven (Estados Unidos), Sabrina Cass foi campeã mundial em 2019 na prova de moguls (pista ondulada), quando ainda defendia a bandeira norte-americana. Em novembro passado, a jovem estreou como atleta brasileira no no Aberto de Idre Fjall, na Suécia, encerrando a competição em nono lugar. 

“Não achei as condições da prova muito ruins. Nasci esquiando em Vermont (EUA) e lá tem muitas pedras de gelo o tempo todo. Então estou acostumada. Quando estou esquiando, não dá pra sentir muito o frio, nem diferença na neve”, completou.

Os Jogos de Inverno começam oficialmente às 9h (horário de Brasília) desta sexta (4), com a cerimônia de abertura no estádio Ninho do Pássaro, que também foi palco da abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim (2008).A mineira Jaqueline Mourão (esqui cross-country) e o baiano Edson Bindillati (trenó de bobsled) serão os porta-bandeiras da delegação brasileira que conta ao todo com 11 atletas em Pequim, sendo um reserva.

Delegação brasileira

Bobslead

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Edson Bindilatti

Edson Martins

Erick Vianna

Rafael Souza

Jefferson Sabino (reserva)

Esqui cross-country

Jaqueline Mourão

Eduarda Ribera 

 Manex Silva

Skeleton

Nicole Silveira

Esqui alpino

Michel Macedo

Esqui estilo livre (moglus)

Sabrina Cass

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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