MATO GROSSO
Em protesto contra má qualidade, caminhoneiros fecham a 163
MATO GROSSO
Caminhoneiros bloquearam a BR-163 na manhã desta segunda-feira (14) para protestar contra as más condições da rodovia.
Os manifestantes se reuniram às 6h. Parte deles estava em frente ao Posto Aldo, na altura do Km 736 em Cuiabá, enquanto os outros estavam no Km 395 sentido da Capital para Rondonópolis.
Em vídeo, um dos caminhoneiros afirmou que o bloqueio iria permanecer até que os motoristas recebessem um posicionamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) ou do Ministério da Infraestrutura.
Os profissionais reivindicam uma melhora na qualidade do asfalto na rodovia que, segundo eles, está “intransitável” para os veículos de carga.
Apesar da má qualidade do asfalto e ausência de duplicação em vários trechos, a concessionária Rota do Oeste segue cobrando pedágio.
“Acabamos de parar aqui em protesto, queremos uma posição do DNIT, do Ministério da Infraestrutura referente a esses buracos que estão intransitáveis, quebrando caminhão, tombando caminhão, nós precisamos de uma resposta urgente”, relatou.
A intenção dos manifestantes era seguir os protestos ao longo da manhã e estender o bloqueio para o sentido norte da rodovia.
No entanto, os agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Rota do Oeste foram até os locais interditados e informaram que conseguiram dispersar os caminhoneiros após diálogo entre os policiais federais e os motoristas.
As equipes da Rota seguem no local para monitorar a área a respeito de possíveis nova mobilizações. No momento, os trechos estão liberados para o tráfego desde as 7h50.
Assista o vídeo:
FONTE/ REPOST: VITÓRIA GOMES – MÍDIA NEWS
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
-
MATO GROSSO6 dias atrásHarmonização de cervejas e chocolate eleva a experiência da Páscoa; confira as dicas da especialista do Grupo Petrópolis
-
MATO GROSSO6 dias atrásProrrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso
-
MATO GROSSO6 dias atrásCONCEEL-EMT discute reajuste tarifário e impactos para consumidores em Mato Grosso
-
MATO GROSSO6 dias atrásReferência no acolhimento a crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer, AACCMT completa 27 anos de atuação
-
MATO GROSSO6 dias atrásAcrismat fortalece suinocultura com missão técnica ao berço da Suinocultura no Brasil
-
POLÍTICA MT4 dias atrásVereador Alex Rodrigues busca em São Paulo soluções para despoluição do Rio Coxipó
-
MATO GROSSO3 dias atrás“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
-
MATO GROSSO3 dias atrásCredores denunciam irregularidades no processo de recuperação judicial do Grupo Cella