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Rio Open: Thiago Monteiro enfrenta italiano número seis do mundo
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O italiano Matteo Berrettini, número seis do ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), será o adversário do cearense Thiago Monteiro (106º) no principal jogo desta quinta-feira (17) pelo Rio Open, torneio de tênis mais importante da América do Sul, no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro. A partida será disputada depois do confronto do espanhol Carlos Alcaraz (29º) com o argentino Federico Delbonis (37º), que inicia às 19h (horário de Brasília), na quadra Guga Kuerten.

O duelo será válido pela segunda rodada e vale vaga nas quartas de final. Na última terça-feira (15), pela primeira fase, Monteiro, que entrou na chave principal como convidado, derrotou o argentino Sebastian Baez (72º) por dois sets a um, de virada, com parciais de 1/6, 6/4 e 6/4. Vice-campeão de Wimbledon, um dos quatro principais torneios do circuito (os chamados Grand Slams), Berretini fará a estreia no Rio Open. O italiano é neto de brasileira.
Quem também estará em ação nesta quinta-feira é Bruno Soares. A dupla formada pelo mineiro, número 17º do mundo, e o britânico Jamie Murray (21º) terá pela frente a parceria do francês Benoit Paire (70º em duplas, 52º em simples) com o espanhol Albert Ramos-Viñolas (33º em simples). A partida será a segunda da quadra 1, que será aberta com um jogo da chave individual, entre o italiano Lorenzo Sonego (21º) e o sérvio Miomir Kecmanovic (70º), que começa às 16h30.
Soares e Murray estrearam na última quarta-feira (16) com vitória sobre o gaúcho Orlando Luz (93º em duplas, 290º em simples) e o paulista Rogério Dutra Silva (1055º em duplas, 631º em simples) por dois sets a zero (6/3 e 6/2). O duelo foi o último da carreira de Rogerinho, que se aposenta das quadras aos 38 anos, tendo como melhor colocação o 63º lugar, em simples, atingido em julho de 2017. Após o jogo, o veterano foi homenageado em quadra.
“O Rio Open é o melhor torneio, o melhor lugar, com o melhor público. Sempre gostei de jogar aqui, com a torcida próxima. Desde que cheguei para disputar meu último torneio, aproveitei cada momento. Passou um filme na minha cabeça, lembrar o quanto foi difícil sair de onde eu saí, jogar 20 anos como profissional, hoje falo quatro línguas, conheço o mundo inteiro. Vou dormir tranquilo esta noite porque sei que fechei minha carreira com chave de ouro”, disse Rogerinho.
Edição: Fábio Lisboa
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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