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Cuiabana vence 13 adversárias de todas regiões e é eleita a Miss Bumbum Brasil

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A cuiabana Wellen Amorim, de  28 anos, é a mais nova Miss Bumbum Brasil. Com um corpo moldado pela academia e um glúteo avantajado, a modelo levou o título de bumbum mais bonito nesse domingo (20). E não esconde a satisfação pelo reconhecimento da sua beleza aos mais de 74 mil seguidores.

“Esse título me agrega muito, tanto no pessoal quanto no profissional. No pessoal é porquê desde sempre eu me dediquei muito, cuidei muito do meu corpo, sacrificando muitas coisas. E no profissional é porquê estou conseguindo ganhar dinheiro com o que a fama me traz, estou conseguindo tirar um extra”, explicou a modelo.

Para ganhar o título de Miss Bumbum, Wellen Amorim venceu 3 etapas e 13 outras competidoras. Nas fases classificatórias e semifinais foi escolhida pelos organizadores do evento. Mas, somente com a ajuda da votação do público, na etapa final, que se tornou a grande vencedora.

Porém, não é a primeira vez que Wellen é destaque em um concurso de beleza. Em 2018, ela foi eleita Rainha do Futebol Amador MT. “Até hoje eu continuo sendo a Rainha do Futebol Amador. Isso porque a competição não realizou outra edição, devido às restrições da pandemia, mas assim que tiver outra passarei a faixa para a próxima eleita ”, ressalta.

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Depois do primeiro título, a modelo começou a trabalhar como influencer, atividade que exerce nas horas extras.  Já que no dia a dia, ela ganha a vida como turismóloga, trabalhando em uma pousada no Pantanal. 

Segundo Wellen, ter ganhado seu primeiro concurso abriu muitas portas. “Eu fiquei conhecida a partir do momento em que eu ganhei a Rainha do Futebol Amador de MT. E foi bem importante para mim porque fiquei bem conhecida na cidade. Além disso, ganhei uma premiação de R$ 10 mil e desde de então comecei a trabalhar de influencer”, relembra. 

E com o atual título, de prêmio principal, a Miss ganhou ainda mais reconhecimento.”E eu gosto de chegar nos lugares e as pessoas me conhecerem, saber quem eu sou. Hoje em dia isso acontece e é bem legal. Eu não conheço as pessoas, mas elas me conhecem. Então hoje, eu vou ao mercado e as pessoas me reconhecem, em qualquer lugar que eu vou pedem para tirar foto.  Além disso, faço presença vip, eu ganho também muitas coisas e fecho parcerias. Isso tudo é bem legal”, celebra a Miss. 

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FONTE/ REPOST: Beatriz Passos e Jacques Gosch – RD NEWS 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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