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Max cita chantagem e afirma que rusga entre Jayme e Mauro não existe: “é mais jogo de cena”

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Após ser retirado da cadeira de presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), o deputado Max Russi (PSB) afirma que a aparente ruptura com o governador Mauro Mendes não passa de um “jogo de cena” do senador Jayme Campos e do deputado Eduardo Botelho, ambos do União Brasil. O socialista ainda aponta que o chefe do Executivo estadual estaria sofrendo chantagem.

“Essa rusga não existe. Na verdade, eles estão fazendo uma pressão, tentando buscar um espaço que o Mauro não está aceitando, não está caindo alguma chantagem que possa estar havendo. Estão tentando soltar na mídia que estão descontentes, mas na minha opinião é mais um jogo de cena. De forma efetiva vão caminhar juntos (nas eleições de outubro).

A avaliação é referente a postura de Jayme e do presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho. Nas últimas semanas, Jayme expressou para a imprensa seu descontentamento com Mauro, chegando a ameaçar deixar o partido. Além disso, apareceu em reunião com o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e o senador Wellington Fagundes (PL), discutindo a formação de uma candidatura de oposição ao chefe do Executivo estadual.

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Diante das reclamações públicas, Mauro se reuniu com Jayme e tentou aparar todas as arestas existentes. Apesar do aparente entendimento entre os dois, Botelho, que chegou a dizer que seguiria o senador em caso de saída, passou a defender aproximação do partido com lideranças bolsonaristas em Mato Grosso.

Nesta quarta-feira (23), o presidente da ALMT acompanhou Jayme em Brasília (DF) e se reuniu com Wellington e o ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB). Daí, surgiu rumores de que, para sacramentar tal união, poderia ser vice na chapa do liberal, que vem sendo pressionado a abandonar projeto de reeleição e enfrentar disputa pelo Paiaguás.

FONTE/ REPOST: Airton Marques – OLHAR DIRETO  / Do Local – Max Aguiar

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Desequilíbrio de Poder e o Papel do Senado

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A recente pesquisa que aponta que 66% do eleitorado deseja votar em candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal revela muito mais do que uma simples preferência política. Trata-se de um sinal claro de insatisfação popular com o atual cenário institucional do país.

Nos últimos anos, temos assistido a um protagonismo crescente do Supremo Tribunal Federal, muitas vezes avançando sobre competências que, em um ambiente de harmonia entre os poderes, deveriam ser exercidas com maior equilíbrio. O Judiciário é, sem dúvida, peça fundamental na manutenção do Estado Democrático de Direito, mas não pode atuar sem os devidos freios e contrapesos.

O Senado Federal, por sua vez, possui uma das mais importantes atribuições nesse sistema: a de julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. No entanto, o que se observa é uma postura muitas vezes omissa diante de denúncias graves, que vão desde suspeitas de corrupção até acusações de abuso de autoridade.

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Esse cenário contribui para o enfraquecimento da confiança da população nas instituições. Quando não há equilíbrio entre os poderes, quem perde é a democracia. O sentimento popular expresso na pesquisa é, portanto, um reflexo direto dessa percepção de desequilíbrio.

É fundamental que o Senado reassuma sua independência e exerça plenamente suas prerrogativas constitucionais. Não se trata de confronto entre poderes, mas de restabelecer a harmonia prevista na Constituição. Um Senado atuante é essencial para garantir que nenhum poder se sobreponha aos demais.

O Brasil precisa de instituições fortes, mas também responsáveis e equilibradas. O momento exige coragem, compromisso com a Constituição e respeito à vontade popular.

Euclides Ribeiro é advogado especialista em recuperação judicial e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso

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