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Copa do Brasil: Atlético-GO e Nova Venécia avançam e vão se enfrentar
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O Atlético-GO está garantido na segunda fase da Copa do Brasil. Nesta quinta-feira (3), o Dragão superou o União Rondonópolis por 3 a 0 no Estádio Luthero Lopes, em Rondonópolis (MT). O próximo adversário dos goianos será o Nova Venécia, que, mais cedo, derrotou o Ferroviário por 2 a 1 no Estádio Zenor Pedrosa, em Nova Venécia (ES).

Apesar do maior volume de jogo ser do Atlético, a primeira boa chance foi do União, aos 33 minutos, em cabeçada do zagueiro Odail Júnior, após cobrança de falta do meia Alex Maranhão, que o goleiro Luan Polli salvou. Os visitantes, que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro, foram recompensados pela insistência nos acréscimos da etapa inicial. O meia Jorginho foi lançado na área pela direita e desviou de primeira para o atacante Dellatorre concluir e abrir o placar.
No segundo tempo, o União se lançou ao ataque. O atacante Giancarlo quase empatou aos 34 minutos, ao acertar a trave batendo falta. Três minutos depois, o lateral Gabriel Júnior cruzou pela direita e mandou no travessão do Atlético. Os goianos seguraram a pressão dos mato-grossenses (que estão fora das quatro divisões nacionais em 2022) e aumentaram a vantagem no fim. Aos 47 minutos, o atacante Airton marcou o segundo. Aos 49, o meia Shaylon garantiu a classificação do Dragão – que assegurou uma premiação de R$ 1,19 milhão.
No outro jogo do dia, o Ferroviário, que está na Série C, saiu na frente do Nova Venécia com o atacante Wandson, aos 39 minutos do primeiro tempo. A virada saiu na etapa final. Aos 22 minutos, o atacante Patrick, de cabeça, deixou tudo igual. Aos 43, cobrando pênalti, o meia Carlos Vitor decretou a vitória da equipe capixaba – que tem Antônio Marcos de Andrade, pai do atacante Richarlison, do Everton (Inglaterra), como presidente. Os anfitriões (que disputarão a Série D em 2022) receberão R$ 750 mil pela classificação.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda definirá a data e o horário do encontro entre Atlético e Nova Venécia. O mando será goiano. Diferentemente da primeira fase, em que os times mais bem posicionados no ranking da entidade tinham vantagem do empate, o duelo pela segunda fase será decidido nos pênaltis caso os 90 minutos terminem em igualdade.
Edição: Fábio Massalli
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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