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Ônibus atropela e mata empresário cuiabano que pedalava no Rio de Janeiro

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Morreu na manhã deste domingo (6), o empresário Renato de Araújo Reys, de 40 anos. Ele foi atropelado por um ônibus enquanto pedalava, no Rio de Janeiro, na Estrada do Joá, entre os bairros São Conrado e Barra da Tijuca.

O local do acidente precisou ser interditado até a chegada da perícia no local. O empresário morava no Rio de Janeiro há alguns anos, onde teve filhos. A mãe de Renato, Simone Moura, publicou foto em seu perfil de Instagram lamentando o ocorrido.

“Meu amor por você será eterno”, escreveu. No Facebook, amigos de Simone compartilharam a dor da perda com a mãe do empresário. “Amiga Simone. Os sentimentos de todos nós sua família CEMAT por tão grande e infinita perda. Estamos todos em oração para que Deus conforte e acalente seu coração nesses momentos de tamanha dor”.

Uma sobrinha também compartilhou as dores com a tia. “Tia, sem palavras… que Deus conforte seu coração neste momento”.

FONTE/ REPOST: PEDRO COUTINHO BERTOLINI – OLHAR DIRETO 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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