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Douglas Souza se aposenta da seleção de vôlei “pela saúde mental”

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O ponteiro Dougla Souza, de 26 anos, usou o Instagram  na noite desta quinta-feira (24) para anunciar sua aposentadoria da seleção brasileira masculina de vôlei para cuidar da saúde mental. Durante o depoimento, Douglas reconheceu a importância de ter integrado a equipe nacional nos últimos 11 anos.

“Para mim, sempre foi uma honra, um prestígio, um orgulho muito grande estar na seleção. Eu sentia que precisava quebrar barreiras e eu consegui fazer isso muito bem. Só que chegou um ponto, em 2016, que minha mente, meu corpo começaram a dar alguns sinais de que eu precisava dar uma diminuída no ritmo”, disse Douglas.

O atleta ganhou projeção nas redes sociais durante a Olimpíada de Tóquio ano passado, devido ao intenso engajamento com torcedores: saltou de 250 mil para cerca de 3 milhões de seguidores. Douglas revelou ter tratado de uma depressão e que em 2018 decidiu junto ao empresário encerrar seu ciclo na seleção após os Jogos de Tóquio. A equipe comandada pelo técnico Renal Dal Zotto ficou pela primeira vez fora do pódio desde 2004. A seleção perdeu a disputa pela medalha de bronze e terminou na quarta posição, 

“Em pleno 2022, a nossa saúde mental é uma coisa extremamente importante, a coisa que tem que se cuidar, se tratar, dar uma atenção ali. Mas, infelizmente, estando na seleção era muito difícil ter esse tempo”, declarou o ponteiro. “Pela minha saúde mental, eu decidi encerrar meu ciclo na seleção para cuidar de mim, para ficar perto da minha família, dos meus amigos. Eu estou muito feliz com a minha decisão”.

O atleta afirmou que seguirá jogando em jogando por clube, embora esteja sem contrato no momento, e que sua preferência é por agremiações em São Paulo

“Optei por jogar em São Paulo, mesmo sabendo que os clubes de São Paulo, não têm tanto investimento, não têm tanto dinheiro para oferecer para um atleta”, finalizou.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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