MATO GROSSO
ASSISTA: Frio, cansaço, inchaço o corpo dá sinais e causas podem ser graves
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A Medicina Integrativa tem ganhado cada vez mais adeptos que querem soluções para sintomas intrigantes e também os que buscam tratamento com práticas menos invasivas e que levem ao equilíbrio do organismo, como a fitoterapia, homeopatia, eletromedicina, terapia neural, ozonioterapia, entre muitas outras.
A médica Eliane Pires explica que a prática é uma junção da Medicina convencional com terapias e que vem sendo a aposta de quem precisa de um tratamento para uma doença mais agressiva, como um câncer ou para quem tenta emagrecer e apesar de vários tratamentos não consegue.
A especialista indica que o corpo dá sinais de que mesmo que a pessoa não tenha desenvolvido uma doença plena, o corpo dá sinais de que algo não vai bem e a medicina integrativa tem várias ferramentas para descobrir e tratar.
Entre tantos sinais de alerta ela cita como preocupantes o cansaço excessivo, a sensibilidade ao frio, a inflamação corporal, que podem desenvolver vários quadros e ainda o estresse oxidativo que pode levar à morte.
FONTE/ REPOST: MÁRCIA MATOS – REPÓRTER MT
MATO GROSSO
Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque
Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.
Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.
A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.
Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.
Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.
“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.
Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.
Serviço
Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque
Horário: 28 de maio, às 19h
Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá
Entrada franca
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