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Apostas de Várzea Grande faturam R$ 1,9 milhão na Lotomania

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Duas apostas de Várzea Grande acertaram os maiores prêmios da Lotomania nesta segunda-feira (4) e vão levar, somadas, mais de R$ 1,9 milhão. A tendência é de que um mesmo apostador tenha ganhado os dois prêmios.

A Lotomania é uma aposta em que o jogador marca 50 números entre os 100 da cartela. São sorteados 20 números e os prêmios são para quem acerta entre 16 e 20 números sorteados e quem errou todos os números. Ao registrar as apostas, as lotéricas dão a oportunidade de fazer as apostas “espelhadas”, em que os números que não foram marcados na aposta principal são registrados automaticamente em outro jogo, dando a possibilidade do jogador ganhar com 20 e nenhum ponto ao mesmo tempo.

As duas apostas vencedoras de Várzea Grande foram registradas na Lotérica Sorte Certa, localizada no Shopping de Várzea Grande. Isso reforça que os prêmios foram para a mesma pessoa.

De acordo com a Caixa Econômica, a aposta que acertou 20 pontos rendeu R$ 1.864.385,80 ao apostador, que levou sozinho esse prêmio. Já com 0 pontos, além do varzea-grandense, apostas de Natal (RN) e Viana (ES) levaram o prêmio.

Os números sorteados foram: 02 – 05 – 06 – 24 – 26 – 33 – 35 – 47 – 50 – 58 – 66 – 68 – 71 – 81 – 82 – 84 – 86 – 91 – 93 – 95.

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FONTE/ REPOST: REDAÇÃO FOLHAMAX 
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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