MATO GROSSO
Site do Indea disponibiliza mapa da dispersão da ferrugem asiática
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O mapa com a dispersão da ferrugem asiática da soja, referente às amostras coletadas pelos agentes e fiscais do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea), nas unidades de produção de soja no Estado passam a ser disponibilizadas no site www.indea.mt.gov.br a partir desta segunda-feira (28.03). Basta acessar o site e clicar na aba de Sanidade Vegetal > Soja.
As análises fitossanitárias são realizadas pelo Laboratório de Sanidade Vegetal (LSV) da autarquia, que desde 2019 realiza análises diagnósticas de ferrugem asiática da soja, que é uma das principais doenças da cultura, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi.
As análises são realizadas por exame direto em estereomicroscópio, e os laudos com os diagnósticos fitossanitários indicam se foi constatada incidência da doença na amostra, o nº de lesões por folha e o grau de severidade.
O primeiro foco de ferrugem asiática da safra 2021/2022 constatado pelo Indea em 11 de janeiro de 2022, mês que teve 55 coletas de amostras, com a constatação da doença em 8 propriedades.
Em fevereiro, foram realizadas 136 coletas de amostras, das quais 74 apresentaram a ocorrência da doença. No mês de março, até a presente data, foram realizadas 93 coletas de amostras, das quais 73 tiveram incidência da doença, em diferentes graus de severidade.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0