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Membros do PSB querem barrar Beto Dois A Um e ex-secretário corre o risco de “voltar” para União Brasil

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Integrantes do PSB discutem neste momento a possibilidade de Beto Dois A Um ser barrado no partido.  Políticos que integram a agremiação acreditam que a chegada do ex-secretário de governo pode dificultar os planos eleitorais de outros pré-candidatos. 

Membros do PSB querem que o presidente da agremiação, Max Russi (PSB), desista de encaminhar a ficha de filiação de Beto ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Com isso, o ex-secretário teria que “retornar” ao União Brasil e ser candidato por lá. 

Segundo integrantes do PSB ouvidos pela reportagem do Olhar Direto, Max Russi ouviu um sonoro “não”, quando informou aos seus correligionários sobre a chegada de Alberto Machado, ex-secretário de Cultura, Esporte e Lazer, conhecido como Beto Dois A Um.

Beto é o candidato preferido da primeira-dama, Virgínia Mendes. Ele também é bem quisto pela esposa do ex-ministro Blairo Maggi, Terezinha Maggi. Durante a sua gestão, a secretaria firmou diversos convênios com municípios e esparramou recursos estaduais, viabilizando uma série de projetos.

Mas a candidatura do ex-secretário é uma pedra no sapato para Fábio Tardin (PSB), presidente da Câmara de Várzea Grande e Dr. Eugênio (PSB), deputado estadual eleito em 2018. Apesar dos dois não admitirem, Beto pode ser eleito no lugar de um deles, frustrando os planos do grupo. 

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A saída de Beto do União também incomodou bastante integrantes do União Brasil. Para o pré-candidato a deputado estadual Júlio Campos e o deputado estadual Dilmar Dal Bosco, a saída do ex-secretário pode ser lida como um contra senso por se tratar de alguém que utilizou o governo para se viabilizar politicamente e, mais tarde, deixou o partido governista. 

FONTE/ REPOST: LÁZARO THOR BORGES – OLHAR DIRETO 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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