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Brasil estreia com oito surfistas na etapa masculina de Margaret River

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Oito surfistas brasileiros estreiam a partir das 20h (horário de Brasília) desta segunda-feira (25) em Margaret River (Austrália), a quinta etapa do circuito mundial que marca a metade da temporada. Ao final da disputa haverá um corte: só 22 atletas (de um total de 35) prosseguirão nas demais cinco etapas deste ano, além de assegurarem presença na temporada 2023. Para o cálculo da nota de corte valerão os quatro melhores resultados, sendo descartado o pior.

Atual líder do ranking mundial, o paulista Filipe Toledo defende o título em Margaret River, assim como a gaúcha Tatiana Weston Webb, que estreou na noite de domingo (24), mas deixou escapar a classificação nos últimos 20 segundos da bateria 6. A brasileira, atual número 6 da temporada, totalizou 8,87 e vai tentar a repescagem a partir das 20h desta segunda (25). Weston-Webb foi superada pela havaiana Malia Manuel (13,60) e pela anfitriã Isabella Nichols (11,57) – ambas avançaram direto às oitavas de final. Também na disputa feminina haverá nota de corte: do total de 18 participantes, somente 10 seguirão em frente´este ano e também estarão garantidas na disputa de 2023.

Primeiras baterias masculinas

Bateria 1 – Samuel Pupo, Callun Robson (AUS) e Imaikalani de Vault (HAV)

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Bateria 2 – .Barron Mamyia, Jackson Baker (AUS) e Matthew McGillivray (AFS)

Bateria 3 – Kelly Slater (EUA), Ezekiel Lau (HAV) e Ryan Callinan (AUS)

Bateria 4 – .JJ Florence (HAV), Lucca Messinas (PER) e Jacob Wilcox

Bateria 5 – Kanoa Igarashi (JPN), Conner Coffin (EUA) e Bem Spence (AUS)

Bateria 6 – Filipe Toledo, Owen Wrigth (AUS) e Jack Thomas (AUS)

Bateria 7 – Ítalo Ferreira, Jake Marshall (EUA) e Jadson André

Bateria 8 – Ethan Ewing (AUS), Nat Young (EUA) e Deivid Silva (DVD)

Bateria 9 – Caio Ibelli, Connor O’Leary (AUS) e Morgan Cibilic (AUS)

Bateria 10 – Miguel Pupo, Kalohe Andino (EUA) e João Chianca (Chumbinho)

Bateria 11 – Seth Moniz (HAV), Jordy Smith (AFS) e Leonardo Fioravante (ITA)

Bateria 12 – Griffin Colapinto (EUA), Jack Robinson (AUS) e Feredrico Moraes (POR)

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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