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Sesp abre licitação para compra de 15 mil câmeras de vídeomonitoramento; investimento de R$ 65 milhões

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) lançou o edital de pregão eletrônico para aquisição de 15 mil câmeras de vídeomonitoramento de cinco modelos e as mais diversas possibilidades de reforço da segurança. O investimento para a aquisição dos equipamentos e dispositivos será de R$ 65 milhões.

O prazo para envio de propostas foi aberto nesta segunda-feira (25) e segue até as 8h do dia 5 de maio. A abertura da sessão licitatória será no dia 05 de maio às 8h30.  

Serão 13 mil câmeras fixas Bullet (com captura de imagens de placas veicular, entre outras finalidades), mais mil câmaras Speed dome com resolução analítica, com sensor infravermelho e alcance de 150 metros, e outras mil câmeras com gatilho virtual para detectar veículos trafegando em velocidade, além de outros equipamentos de acessórios.

O secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, destaca que essa é mais uma etapa de execução do planejamento estratégico que contempla o maior programa de investimentos do Governo do Estado na área da Segurança.

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O uso de câmaras para melhor a qualidade da segurança. “Melhorando a qualidade vamos melhorar a sensação de segurança para todos os cidadãos e pessoas de bem que pagam seus impostos e esperam o retorno em serviços”, completa (Com Assessoria).

FONTE/ REPOST: AIRTON MARQUES – OLHAR DIRETO 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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