MATO GROSSO
Temperaturas caem na próxima semana; Chapada marcará 14ºC
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A próxima semana tem previsão de temperaturas mais amenas durante as noites de quarta, quinta e sexta-feira (4, 5 e 6) em Cuiabá e também no município de Chapada dos Guimarães (67 km da Capital).
Durante o dia o calor deverá predominar em Cuiabá, mas no período noturno os termômetros deverão registrar alguns graus a menos, conforme projeções do site CPTC/Inpe – Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Para a quinta-feira, a expectativa é que a temperatura mínima fique na casa dos 17° e na quinta-feira alcance os 18°. Na sexta-feira, sobe um pouco mais ficando em 19°.
Por outro lado, durante os dias o calor intenso deverá predominar com máximas previstas 27°, 30° e 33º, respectivamente na quarta, quinta e sexta-feira.
No município de Chapada dos Guimarães, que historicamente registra temperaturas amenas o ano todo em relação à Capital, a previsão aponta que a mínima deverá variar entre 14° e 18° enquanto a temperatura máxima poderá oscilar entre 23° e 29°.
FONTE/ REPOST: REDAÇÃO FOLHAMAX
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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