MATO GROSSO
Detran orienta motoristas sobre a importância da manutenção do veículo para evitar acidentes
MATO GROSSO
No mês de sensibilização para redução de acidentes de trânsito em todo o mundo, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) reforça a importância da realização da manutenção preventiva dos veículos e da direção obedecendo as regras de trânsito para evitar acidentes.
Conforme o Código de Trânsito Brasileiro, é fundamental a manutenção periódica de sistema de freios, farol, buzina e cinto de segurança. Além disso, é importante verificar as condições do motor, pneus, setas e todo sistema elétrico do veículo.
“É importante que o proprietário do veículo faça a manutenção regular para que os itens de segurança obrigatórios estejam em pleno funcionamento garantindo, assim, a segurança do condutor, passageiros e evitando acidentes”, reforçou a gerente de Ações Educativas do Detran-MT, Gresiella Almeida.
Além da manutenção preventiva do veículo, também é importante que os condutores dirijam com prudência e obedecendo a legislação e sinalização de trânsito. “Dirigir com cautela, mantendo a distância necessária do veículo a frente, trafegar sempre na velocidade permitida para a via, utilizar a seta para sinalizar a intenção de ultrapassagem, são algumas condutas que contribuem para um trânsito mais seguro e consequentemente para a redução dos acidentes”, pontuou a gerente.
Em dias chuvosos, o condutor deve redobrar a atenção na direção do veículo, pois a pista molhada e a baixa visibilidade comprometem a segurança das vias e aumentam os riscos de acidentes. “Ao conduzir o veículo na chuva é importante que o motorista reduza a velocidade e mantenha maior distância do veículo a frente, para casos de frenagem mais bruscas. Além das vias ficarem alagadas, as poças d’águas escondem buracos, que podem ocasionar acidentes”, destacou.
Dados da Secretaria de Segurança Pública (Sesp-MT) apontam que no primeiro trimestre de 2022 foram contabilizadas 112 mortes no trânsito em Mato Grosso. No mesmo período de 2021, foram 124 registros de acidentes de trânsito com vítimas fatais.
Campanha Maio Amarelo

Este ano a campanha mundial Maio Amarelo traz o tema “Juntos Salvamos Vidas”. O objetivo é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos, para discutir o tema e reforçar a importância que todos os motoristas, pedestres, ciclistas, devem ter para um trânsito mais seguro e consequentemente a redução de acidentes.
Ao longo do mês de maio, o Detran-MT em parceria com instituições ligadas ao trânsito irá realizar diversas ações educativas chamando a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito, buscando uma reflexão sobre atitudes mais seguras no trânsito.
As atividades da campanha Maio Amarelo em Mato Grosso serão desenvolvidas pelo Detran-MT e demais instituições como Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) de Cuiabá, Guarda Municipal de Várzea Grande e outras instituições que atuam no trânsito.
Confira a programação em Mato Grosso:
Dia 06/05 – Ação educativa “Amigo da Rodada” em bares de Cuiabá
Dia 09/05 – 7h -Palestra educativa na empresa de transporte Carvalima
Dia 10/05 – 7h30 – Palestra educativa na Escola Sesi Porto para alunos do ensino médio
Às 15h – Bate papo com as CFCs – Reunião Ordinária – Assembleia Legislativa
Às 16h – Pit stop na avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá
Dia 11/05 – 19h – Palestra educativa para universitários da Faculdade de Tecnologia Senai (Fatec), em Cuiabá
Dia 12/05 – 7h- Palestra na empresa de transporte Carvalima e no grupo Votorantim
Às 14h – Palestra para colaboradores na Universidade de Várzea Grande (Univag) – Guarda Municipal de Várzea Grande
Dia 13/05 – 20h- Ação educativa “Amigo da Rodada” em bares de Cuiabá
Dia 16/05 – 7h -Abordagem educativa no posto Aldo com apoio do Sest Senat
Dia 17/05- 7h – Palestra educativa no grupo Petrópolis
Às 19h30 – Pit Stop na avenida da FEB, em Várzea Grande
Dia 18/05 – 14h- Palestra educativa no grupo Mônaco, em Cuiabá
Dia 19/05 – 19h30 – Ação educativa “Amigo da Rodada” em bares de Cuiabá/ Encontro Regional de educadores do Sistema Nacional de Trânsito (Educatran – Regional Centro Oeste)
Dia 20/05 – Encontro Regional de educadores do Sistema Nacional de Trânsito (Educatran – Regional Centro Oeste)
De 23 a 27/05 – Festival de Trânsito – etapa Aricá Mirim Campo Verde – PRF
Dia 23/05 – Encontro de pedais – na Arena Pantanal, em Cuiabá, com Gabinete de Gestão Integrada da Sesp-MT e Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel)
Dia 24/05 – 16h – Pit stop na avenida 15 de novembro, em Cuiabá
Dia 25/05 – Palestra educativa para alunos do ensino médio da Escola Tiradentes, em Cuiabá
Dia 26/05 – 7h – Palestra no Centro Municipal de Educação Infantil Wilson Sodré, Várzea Grande
Dia 27/05 – Ação educativa “Amigo da Rodada” em bares de Várzea Grande
Dia 29/05 – Caminhada Maio Amarelo (a confirmar)
Dia 30/05 – 7h – Palestra para alunos do ensino fundamental da Escola Juvenilha Monteiro, em Várzea Grande
Dia 31/05 – Encerramento da campanha Maio Amarelo em Mato Grosso
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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