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Projeto Comunidade Integrada apresenta forças de segurança e aproxima comunidade

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A primeira edição do projeto Comunidade Integrada, realizada na última sexta-feira (13.05), em Campo Verde (135 km de Cuiabá), reuniu mais de 150 pessoas de todas as idades. Os visitantes puderam conhecer as forças de segurança e os serviços que cada uma delas prestam à sociedade, além de se divertirem em brincadeiras.
 
Quem passou pelo estande da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) pode não apenas conhecer o trabalho dos peritos, mas vivenciarem isso na prática. No evento, foi montada uma cena de um crime de homicídio com vários vestígios, e os participantes tiveram que levantar as provas do crime. A unidade também demonstrou as técnicas utilizadas para identificar o trajeto da bala e das digitais deixadas nos objetos encontrados na cena do crime. 
 
 
Os participantes também acompanharam o trabalho do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) no enfrentamento ao tráfico de drogas, com a participação da Luna, a cadela adestrada que identifica entorpecente camuflados em compartimentos secretos de veículos e em diferentes recipientes. 
 
 
O Corpo de Bombeiros, por sua vez, expôs suas viaturas e equipamentos utilizados em resgate em água, altura e em caso de acidentes. A Rede Cidadã levou quadros coloridos elaborados pelos alunos da instituição. No espaço da Polícia Rodoviária Federal (PRF) as pessoas puderam montar e tirar fotos nas viaturas oficiais utilizadas em eventos e em ocorrências.
 
Além de alunos da rede municipal de ensino, o projeto Comunidade Integrada também envolveu familiares. Rafael Caciolato foi um dos participantes que aproveitou o evento para uma diversão com a família.
 
“Eu vim com minha esposa e duas filhas e está sendo uma experiência bem diferente. Ainda acabei de ganhar um suporte de celular”, disse, após participar de um teste sobre segurança no trânsito, no qual ganhou um brinde.
 
O coordenador estadual de Polícia Comunitária, tenente-coronel PM Sebastião Carlos Rodrigues da Silva, considerou o evento um sucesso, e espera contribuir com a formação de novos cidadãos. “Essa interação com as crianças é importante para que possam entender que a polícia a polícia é muito mais do que atuar contra a criminalidade, mas que é possível conviver tranquilamente no mesmo espaço”. 
 
Os agentes de segurança que atenderam as crianças elogiaram o projeto e contaram que as crianças se envolveram no mundo da segurança e seus diferentes seguimentos.
 
“Nós até ouvimos alguns falando que querem ser policiais. Esse contato com a sociedade é muito importe, porque quebra um paradigma com maior proximidade com a segurança pública”, disse o perito Luiz Chibassaki de Figueiredo.  
 
O evento ainda contou com um concurso de redação, que desafiou os estudantes a refletirem sobre como poderiam colaborar com a melhoria da segurança pública de sua cidade. Três vencedores ganharam um sobrevoo de 15 minutos sobre a cidade onde vivem. 
 
Uma das vencedoras foi Emilly Freitas Borges, estudante da Escola Municipal Monteiro Lobato, que sugeriu em sua redação a implantação de semáforos para melhorar o trânsito na cidade. Ela foi uma das primeiras a tirar fotos no helicóptero e fazer o voo. “Eu achei muito legal porque ele anda muito rápido, e eu não tive medo, estava ansiosa para poder voar”, disse.
 
 
A diretora da escola onde Emilly estuda, Claudia Canola, elogiou a iniciativa e afirmou que o evento contribui com a formação do cidadão desde a infância. “O papel da escola é formar cidadão e este projeto de segurança pública contribui para a formação de uma pessoa crítica e que tenha compromisso consigo mesmo e com a comunidade”. 
 
O evento foi uma ação promovida pela Secretaria de Segurança Púbica, por meio da Coordenadoria Estadual de Polícia Comunitária em parceria com a prefeitura de Campo Verde, que também vem fazendo investimentos em segurança pública.
 
“Nós entendemos que o município deve investir nas ações de segurança, pois são construídas muitas ações positivas, porque a intensão é sempre dar a liberdade do cidadão ir e vir com segurança”, pontuou o prefeito, Alexandre Lopes.
Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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