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Filha de Zé do Caixão lança colecionáveis de terror no Cine Teatro Cuiabá

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O Dia do Orgulho Nerd é comemorado anualmente em 25 de maio em todo o mundo. Em Cuiabá, na quarta-feira, a partir das 19h30, o Cine Teatro Cuiabá abre as portas para o lançamento da coleção “Spook: Horror Clássico”, uma série de bustos colecionáveis confeccionados em resina e pintados à mão, criada pelos artistas visuais Gustavo Neri e José Junior. A entrada é franca.

O Dia do Orgulho Nerd Spooky, que terá Liz Vamp como mestre de cerimônias, destaca a filha do Zé do Caixão em uma rodada de autógrafos, além da performance musical de Gorium.

O evento nerd conta ainda com bate papo com os artistas visuais Gustavo Neri e José Júnior e destaca a exibição do filme “Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens”, em comemoração ao centenário de lançamento deste clássico do terror dirigido por Friedrich Wilhelm Murnau.

“Para o lançamento da coleção de bustos de terror, que leva a marca de Hero Art Studio (www.heroartstudio.com), podemos adiantar é que a programação será voltada para este personagem clássico, que inspirou gerações e completa 100 anos em 2022. Bom, praticamente estraguei a surpresa, né? (risos)”, adianta Vicente Albuquerque Maranhão, um dos idealizadores do projeto.

Hero Art Studio

A Hero Art Studio é uma startup criada em Cuiabá, inteiramente dedica ao público nerd, ou geek. Nasceu com o propósito de unificar a relação de artistas e colecionadores, proporcionando todo o suporte para que o artista se destaque no mercado, bem como a apresentação de peças e obras exclusivas, com extrema qualidade e dedicação, para cada tipo diferente de colecionador.

“O que começou apenas como um hobby, por meio de uma prima que gosta muito de artes, se tornou também um de meus maiores sonhos: ser um grande artista e trabalhar com o que gosto”, explica Gustavo Neri, arquiteto e artista visual responsável pelo acabamento da coleção Hero Art Studio. 

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Para José Ribamar da Silva Rocha Junior (ou apenas Junior), artista da Baixada Cuiabana, trabalhar com esculturas faz parte de seu cotidiano desde muito jovem.

“Desde pequeno, sempre estive envolvido com pequenas esculturas de arte feitas na escola. Adulto, em meio à tamanha paixão, continuei em busca de me superar a cada desafio”, destaca Júnior.

Liz Vamp

Liz Marins é cineasta, atriz, escritora, apresentadora de rádio e tv, criadora e intérprete da personagem Liz Vamp, além de filantropa. Participou de diversos trabalhos em teatro, cinema e televisão, também roteirizou, dirigiu e trabalhou como atriz em vários curtas-metragens de sucesso, como “Aparências”, “Bodas de Prata”, “Obituário” e “Destino”, entre outros.

Participou de festivais de cinema no Brasil e no exterior. Em Portugal, no Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa – MOTELX, ministrou um Workshop de cinema e vídeo e dirigiu o curta-metragem “Pousada Da Paz”, tendo interpretado, nesta obra, a misteriosa e sarcástica anfitriã da história. Em 2001 Liz Marins criou a personagem Liz Vamp, filha do personagem Zé do Caixão com uma vampira inglesa. Liz Vamp já foi materializada em vários tipos de obras – filmes, histórias em quadrinhos, rádio, videoclipes, programas de televisão.

A personagem é também musa da bem-sucedida Campanha Social do “Dia dos Vampiros”, de criação de Liz Marins, em 2002. A Campanha visa o incentivo à doação de sangue; à luta contra rótulos, preconceitos e discriminações de quaisquer espécies; e incentivo à diversidade artística. O evento possui milhares de adeptos, que se vestem com os trajes de seus personagens fantásticos favoritos, para, em “cortejo”, doarem sangue.

Nos 20 anos de existência, o “Dia dos Vampiros” ajudou a salvar muitas vidas e chegou a bater o recorde em doações voluntárias de sangue do maior hemocentro da América Latina. Em 2003, o Dia dos Vampiros se tornou lei na cidade de São Paulo, sendo, atualmente, comemorado também outras cidades do Brasil e do Mundo. Em 2011, teve comemoração na Eslovênia, dentro do contexto do evento Grossmann Fantastic Film and Wine Festival, que contou com a presença do icônico ator Sir Christoffer Lee, o “eterno Drácula”.

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Liz Marins possui uma grande quantidade de fãs, que acompanham a sua carreira. Milhares deles se encontram conectados ao trabalho da artista pelas redes sociais, como Facebook e Instagram. A personagem Liz Vamp é também uma rockstar, e, fazendo jus à profissão de sua criatura, Liz Marins, interpretando a sua personagem, lançou algumas músicas e clipes. Na última sexta-feira 13 (maio de 2022), lançou as músicas “Sou Monstro” e “Anjo da Eternidade”, com ritmo sensual e envolvente e letras “vampíricas”, que questionam a existência e são permeadas de críticas sociais.

Dia do Orgulho Nerd

A data foi criada para que todos os nerds e geeks possam celebrar, assumir, homenagear e promover a sua cultura.

Assim, 25 de maio, o Dia do Orgulho Geek, é comemorado nesta data em homenagem à estreia do primeiro filme da franquia Star Wars (Star Wars, Episódio IV: Uma Nova Esperança), lançado em 25 de maio de 1977 e considerado um grande marco para a cultura nerd.

No dia 25 de maio ainda é celebrado o Dia da Toalha, uma comemoração que também serve de homenagem para a cultura geek e nerd. O Dia da Toalha é uma homenagem aos fãs da série “O Guia do Mochileiro das Galáxias” e ao seu autor, o escritor Douglas Adams.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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