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Busto de Nosferatu criado por artistas cuiabanos entra em pré-venda em junho

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Esta semana, o Cine Teatro Cuiabá abriu as portas para o lançamento oficial da Spook: Horror Clássico, uma série de bustos colecionáveis confeccionados em resina e pintados à mão com qualidade de exportação. Uma iniciativa da Hero Art Studio, startup criada em Cuiabá.

A primeira peça lançada oficialmente foi o busto de Nosferatu, em comemoração ao centenário do personagem de terror nos cinemas. O colecionável da série Spook: Horror Clássico, que tem escultura do artista José Junior e acabamento de Gustavo Neri, entra em pré-venda a partir do dia 8 de junho no site e redes sociais.

Agora, o grupo de artistas está pronto para receber novos participantes como parte de seu coworking. A Hero Art Studio tem como objetivo promover e apoiar os artistas de todos os nichos, ao mesmo tempo em que proporciona a melhor experiência colecionável para seu público.

“Os artistas e entusiastas que quiserem fazer parte do coworking de artes visuais, seja para desenvolvimento de um projeto, prototipagem de produto ou em busca de representação artística, basta acessar o site da Hero Art Studio, lá tem uma aba de contato. Estamos atentos e teremos muito prazer em receber novos membros”, destaca Vicente Albuquerque Maranhão, um dos idealizadores do projeto.

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Para Keiko Okamura, superintendente de Economia Criativa da Secel-MT, a Hero Art Studio tá só começando. Muito ainda está por vir.

“A equipe Hero Art Studio aprovou recentemente um projeto no Edital Starter – Economia Criativa da Secel chamado TUCUM – Criações Fantásticas Ribeirinhas com a produção em série de estatuas em BDS (battle diorama series) de resina  – crossover de mitos e lendas do folclore mato-grossense e que irá impulsionar artistas visuais de Mato Grosso atingindo o público que consome esses produtos, incentivando também o mercado e artistas que os editais descobrem e assim inserindo novos produtos fomentando a economia criativa e atingindo em cheio esse público do universo geek e nerd com produção 100% mato-grossense”, destaca.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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