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Duplas do Brasil perdem nas quartas e se despedem de Roland Garros

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As últimas duas duplas com brasileiros no Torneio de Tênis de  Roland Garros se despediram da competição nesta segunda-feira (30) após serem superadas nas quartas de final.  Na disputa mista, a paulista Bia Haddad e o mineiro Bruno Soares perderam por 2 sets a 1 para a parceria do alemão Kevin Krawietz com a norte-americana Nicole Melichar-Martine, com parciais de 6/4, 6/7 e 12-10.  Na sequência, a dupla do gaúcho Rafael Matos com o argentino David Vega Hernández foi eliminada pelo salvadorenho Marcelo Arévalo e o holandês Jean-Julian Rojer por 2 sets a 0. 

“Foi cruel, mas especial. Tem muito jogo que é decidido nesse detalhe final e você fica chateado de chegar tão perto, mas acho que hoje foi além disso. A gente dominou o jogo inteiro, literalmente desde o primeiro game. Além disso, a quadra estava um show, com a torcida fazendo muito barulho. Parecia que estávamos em casa. Isso é muito especial. Pra mim, em estágio final de carreira, e a Bia, que está recomeçando a jornada dela, é muito bacana. São momentos como esse que me fizeram jogar até os 40 anos de idade”, disse Bruno Soares, de 40 anos. 

A paulista de 25 anos, 33ª no ranking mundial da WTA, fez coro com o parceiro.

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“Todo jogo é pedreira aqui, não tem como. Todo mundo nas mistas tem ranking bom, muita experiência, muitos campeões de Grand Slam… Pra mim é um privilégio estar compartilhando tudo isso com o Bruno”. 

Apesar da eliminação nesta segunda (30), o gaúcho Rafael Matos fez uma campanha surpreendente em Roland Garros. O canhoto começou o torneio na 52ª posição no ranking de duplas da ATP, e na próxima edição da lista já aparecerá como o número 50 do mundo. Ao lado do espanhol Vega Hernández, o gaúcho de 26 anos derrotou na estreia, por 2 sets a 0, a dupla favorita formada pelo argentino Andres Molteni e o mexicano Santiago Gonzalez. Depois Matos e Hernández  superaram o polonês Lukasz Kubot e o francês Edouard Vasselin por 2 sets a 1. O placar foi o mesmo na terceira vitória, desta vez contra Sander Gille e Joran Vliegen, que assegurou a dupla Matos e Hernández nas quartas de final. 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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