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Jack Robinson vence na Indonésia, mas Filipinho segue líder na WSL

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O australiano Jack Robinson, de 24 anos, se mostrou carrasco dos surfistas brasileiros na etapa de G-Land, na Indonésia, a sexta da temporada da Liga Mundial de Surfe (WSL), que foi concluída na manhã deste sábado (4). Robinson conquistou o título derrotando Gabriel Medina na semifinal e Filipe Toledo na final. Ambas vitórias vieram em viradas na última onda da bateria. O surfista da Austrália, que venceu também a etapa anterior, em Margaret River, na sua terra natal, agora está a apenas 80 pontos de distância de Filipinho, líder da temporada (32.240 contra 32.160).

O dia das finais começou com a fase de quartas, com Gabriel Medina avançando sobre o conterrâneo Jadson André, em grande performance que deixou o compatriota em combinação – quando o surfista precisa de duas ondas melhores do que as que já tem para superar a nota já conquistada pelo adversário. Medina fez 17.27 pontos contra 11.66 de Jadson. Filipe Toledo também conseguiu seguir para as semifinais ao bater o americano Griffin Colapinto por 12.60 a 8.84.

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Na fase seguinte, o surfista de Ubatuba (SP) já conseguiu duas ondas de cara e deixou o australiano Connor O’Leary em combinação. No final da bateria, o adversário até conseguiu melhorar suas notas, mas não evitou a derrota por 12.00 a 10.47.

Já Gabriel Medina teve a vitória nas mãos – que proporcionaria uma final brasileira – mas viu o triunfo escapar pelos dedos. Ele conseguiu sua melhor nota na última onda (um 7.00), mas Robinson, que foi mais seletivo, pontuando em apenas cinco ondas, foi ainda melhor, conseguindo um 7.83 e superando o brasileiro por pouco mais de meio ponto (13.90 a 13.33).

Na final, roteiro parecido. Em duelo de poucas manobras e muito estudo, Filipinho completou apenas cinco ondas e Robinson, três. Depois de começar atrás, Filipinho conseguiu a virada quando faltavam oito minutos. Porém, novamente na última onda da bateria, Robinson, que precisava de um 6.67, conseguiu uma manobra nota 7 e bateu o brasileiro por uma margem pequena (13.50 a 13.16). Este foi o terceiro trofeu de etapa na carreira de Robinson, que estreou no circuito em 2021.

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A próxima etapa, em El Salvador, está prevista para começar no próximo domingo (12).

Weston-Webb sai na semi, mas sobe para 5º no ranking

O dia também foi de conclusão na chave feminina. A brasileira Tatiana Weston-Webb, que havia se classificado diretamente para as quartas de final quase uma semana antes, entrou no mar para encarar a americana Lakey Peterson. Tatiana venceu por 13.36 a 13.03 e avançou às semis. Lá, ela acabou derrotada pela havaiana Carissa Moore, líder do ranking, por 13.83 a 7.50. Na final, Moore foi vice após ser batida pela francesa Johanne Defay por 14.00 a 13.33. 

Com o terceiro lugar na Indonésia, Tatiana Weston-Webb pulou do décimo para o quinto lugar na temporada, justamente no corte para as Finais que acontecem no fim do ano apenas com as cinco melhores surfistas do mundo.

A próxima etapa acontecerá simultaneamente à janela masculina em El Salvador.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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