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Brasil goleia Argentina e vai à final do Sul-Americano de Rugby

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A seleção brasileira feminina de rugby sevens está na final do Sul-Americano da modalidade, disputado no Estádio Elcyr Resende de Mendonça em Saquarema, no Rio de Janeiro. Na manhã deste sábado (11), as Yaras, como é conhecido o time nacional, fez 27 a 0 na Argentina e se garantiu na decisão do torneio. O jogo final será contra a Colômbia, que venceu o Paraguai por 7 a 0, na outra partida da semifinal.

A vitória brasileira contra as argentinas foi construída com três tries (espécie de gol do rugby) da Gabi, dois da Thalia e uma conversão (chute de bonificação depois da marcação do trie) de Luiza. O jogo que decidirá o campeão do Sul-Americano está marcado para 16h34 da tarde de hoje.

Esta é a 21ª edição do torneio, que só teve um campeão diferente do Brasil: a Colômbia venceu em 2015, quando as Yaras não estiveram presentes, por já terem vaga nos Jogos Olímpicos do Rio, no ano seguinte (o torneio funcionou como Pré-Olímpico).

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No rugby sevens, as partidas têm duração de 14 minutos, divididos em dois tempos de sete minutos cada. Apesar do retrospecto amplamente favorável ao Brasil, a Colômbia é o único país sul-americano que derrotou o time verde e amarelo em jogos oficiais. Foi na disputa do bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019.

Edição: Aécio Amado

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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