MATO GROSSO
Sema-MT é órgão estadual mais bem avaliado na gestão de transferências da União
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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) foi certificada na categoria Bronze 4 em Nível de Maturidade de Gestão na Aplicação do Instrumento de Melhoria da Gestão das Transferências da União (IMG-Tr), com nota 93,94 de um total de 100 possíveis.
O certificado é concedido pelo Ministério da Economia e garante prioridade no acesso aos recursos federais. O critério para a concessão é a excelência para a governança e a gestão de transferências de recursos da União, operacionalizada por meio da Plataforma + Brasil.
“Reputo esta certificação como reconhecimento nacional de todo o trabalho da equipe Sema para melhorar a gestão ambiental em Mato Grosso, entregando para sociedade melhores resultados. Há muito o que avançar, e seguiremos com esse objetivo agora mais motivados pela certificação recebida”, afirma a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.
A cada aplicação de um dos instrumentos de melhoria de gestão, o órgão ou entidade recebe uma certificação e uma nota apontando o seu nível, com validade de 18 meses. O certificado recebido pela Sema foi conferido em março de 2022, referente ao 1º ciclo de avaliação, em 2020.
A finalidade é levar as organizações públicas a padrões elevados de desempenho e qualidade em gestão. São levados em consideração os fundamentos da gestão por excelência: governança, estratégias e planos, sustentabilidade e capital intelectual, compromisso com as partes interessadas, orientação por processos e geração de valor público.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0