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Vacinação infantil contra o coronavírus continua abaixo do esperado

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Com apenas 44% das crianças de 5 a 11 anos vacinadas com a 1ª dose da vacina de Covid-19 e 25,4% com a segunda dose, e com as baixas procuras pela vacina infantil nos pontos de vacinação do município, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde – SMS, reforça a importância de pais e responsáveis levarem as crianças aos locais de vacinação. Na capital, as vacinas começaram a ser aplicadas nas crianças de 5 a 11 anos no dia 20 de janeiro de 2022, mas até o momento não atingiu nem 50% do público-alvo.

A Secretaria de Saúde atribui a baixa procura nos postos de vacinação à onda de informações falsas que circulam nos meios de comunicação. Recentemente, a SMS aumentou o número de locais de imunização, passando de 6 para 12 os locais de vacinação infantil contra o coronavírus na cidade.

Enquanto muitas famílias não viam a hora de chegar a vez das crianças terem a oportunidade de ser vacinadas, por outro lado há pais que ainda não levaram os seus filhos para tomar a vacina, mesmo eles estando na idade que é estipulada no calendário vacinal. Isso faz com que os números da imunização infantil fiquem abaixo do esperado pela SMS. 

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A Gerente de Vigilância em Doenças e Agravos, Flávia Guimarães, explica que uma das formas de evitar a gravidade das doenças e de óbitos nas crianças e adolescentes é a vacinação. “Nós estamos com a cobertura vacinal muito aquém do que estávamos esperando e isso se dá em função de muitos pais e responsáveis não confiarem muito na vacina. Por ser um imunizante relativamente novo e ainda possuir uma tecnologia diferente, isso faz com que os pais fiquem com receio de levar os seus filhos por não ‘conhecerem’ a vacina e acreditar muito nos mitos que rolam”, ressaltou a gerente.

A jornalista Alcione dos Anjos nunca deu importância para as fake News sobre a vacina infantil. Muito pelo contrário, assim que a Prefeitura liberou a vacina para as crianças ela já correu e levou o seu filho para se vacinar. “Quando a Prefeitura liberou a vacina para as crianças, não tive a menor dúvida e levei meu filho para tomar a vacina. Fiquei assustada com a retomada das aulas presenciais, porque ele era o único em casa sem se imunizar e voltaria a conviver com outras crianças. Por isso afirmo: eu confiei nas vacinas antes e confio nas vacinas de agora, o cartão de vacinação do meu filho está completo”, finalizou Anjos.

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Veja onde você pode levar os seus filhos para se vacinar: 

 

POLO CENTRAL

Unic Beira Rio – 8h às 16h30 (segunda a sábado)

 

REGIONAL NORTE

UBS Ilza Terezinha Picolli – 8h às 20h (segunda a sexta)

UBS Novo Paraíso I e II– 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta) 

 

REGIONAL SUL

UBS Pedra 90 I e II– 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

UBS Santa Terezinha I e II – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

UBS Parque Cuiabá – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

UBS Jardim Liberdade / Osmar Cabral – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

 

REGIONAL LESTE

UBS Pico do Amor – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

 

REGIONAL OESTE

UBS Quilombo – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

 

REGIONAL RURAL

UBS Aguaçu – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

UBS Nossa Senhora da Guia – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta)

UBS Barreiro Branco – 8h às 11h / 13h às 16h30 (segunda a sexta) 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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