ESPORTES
Nathasha Rosa sobe ao pódio no Pan-Americano de Levantamento de Peso
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O Brasil voltou a brilhar nesta segunda-feira (25) no Pan-Americano de Levantamento de Peso, em Bogotá (Colômbia). Um dia após Emily Rosa faturar três ouros na categoria até 45 quilos, hoje foi a vez da irmã Nathasha Rosa assegurar uma prata e dois bronzes, nos 49kg, com direito a quebra de recordes brasileiros.

Na soma dos exercícios (notas obtidas do arranco e arremesso), a brasileira totalizou 190 kg, ficando a apenas um quilo de alcançar a soma da vice-campeã Jourdan Delacruz (Estados Unidos) e dois da também norte-americana Hayley Reichardt, medalha de ouro.
É PRAAAATA! É BROOONZE! 🥈🥉🏋️♀️
É de Nathasha Rosa (49kg), no Pan de levantamento de pesos em Bogotá 🇨🇴
🥈 Arranco – 84kg
🥉 Arremesso – 106kg
🥉 Total – 190kgÉ medalha tripla para o 🇧🇷! pic.twitter.com/iJO0vaRcRw
— Time Brasil (@timebrasil) July 25, 2022
Nathasha começou levantando 80 kg no arranco, e na sequência chegou a erguer 84kg, garantindo a prata. O ouro ficou com a mexicana Andrea Martinez (85 kg) e o bronze com a norte-americana Hayley Reichardt (84 kg).
No arremesso, a brasileira iniciou com 101 kg de peso, depois conseguiu erguer 104 kg e finalizou com êxito o levantamento de 106 kg, o que lhe garantiu não só o bronze como também o novo recorde brasileiro no arremesso. Duas norte-americanas completaram o pódio: Jourdan Delacruz e Hayley Reichardt levantaram os mesmos 108 kg, mas Delacruz ficou com o ouro pelos critérios de desempate.
A outra brasileira que subiu na plataforma hoje também na categoria 49 kg foi Luíza Dias, que terminou em nono lugar com total de 175 kg ( fez 95kg no arremesso e 80 no arranco).
“Foi sensacional, foi uma superação total. Ela bateu os recordes brasileiros no arremesso e no total e ficou até o último movimento na briga pelo título. Com os pesos que ela levantou, Nathasha conseguiria medalha no Campeonato Mundial, ela já chegou a esse nível”, elogiou treinador Dragos Stanica, em depoimento à Confederação Brasileira de Levantamento de Peso (CBLP).
No domingo (24), Emily Rosa abriu o primeiro dia de disputas do Brasil no Pan, garantindo três ouros, ao levantar 73 kg no arranco, 90 kg no arremesso, totalizando 163 kg.
Além das irmãs Rosa, a delegação feminina brasileira está na Colômbia com as medalhistas mundiais Amanda Schott e Laura Amaro; a medalhista mundial sub-17 Taiane Justino; Amanda Silva, Bruna Piloto, Luiza Dias, Letícia Laurindo e Raquel Santos. No masculino, os representantes nacionais são Josué Lucas, Marco Túlio Gregório e Thiago Félix.
É OUROOOOOOOO! 🥇🏋️♀️🇧🇷
Emily Rosa conquista 🥇🥇🥇 no Pan de Levantamento de Pesos, em Bogotá 🇨🇴
Na categoria até 45kg, ela venceu arranco (73kg), arremesso (90kg) e total (163kg)!
🖼 CBLP pic.twitter.com/3xtyYta6yU
— Time Brasil (@timebrasil) July 24, 2022
Programação
Terça (26)
16h – 73kg masculino
18h – 59kg feminino
20h – 81kg masculino
Quarta, (27)
16h – 64kg feminino
18h – 89kg masculino
20h – 71kg feminino
Quinta (28)
14h – 96kg masculino
16h – 73kg feminino
18h – 102kg masculino
20h – 81kg feminino
Sexta (29)
14h – 87kg feminino
16h – 109kg masculino
18h – +87kg feminino
20h – +109kg masculino
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
Fonte: EBC Esportes
ESPORTES
“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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