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Breaking marca presença nos Jogos Universitários Brasileiros

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Novidade do programa de competições da próxima edição dos Jogos Olímpicos, que serão realizados em 2024 em Paris (França), o breaking (ou breakdance) marca presença na etapa nacional dos Jogos Universitários Brasileiros 2022 (JUBs), que é disputada em Brasília desde o último domingo (18).

Para o atleta Denilson Deivid, a entrada do breaking no programa olímpico é uma conquista importante, que pode ajudar outras modalidades a conquistarem o seu espaço: “Estou certo de que ter o breaking tanto no JUBs como nos Jogos Olímpicos abre portas para muitas outras modalidades, e finca ainda mais a bandeira da cultura breaking em palcos maiores. Viemos para ficar”.

Quem também celebra o espaço conquistado pelo breakdance é Carolaine Navarro, aluna da UNIFOR. A bgirl, mais conhecida como Karolzinha, foi incentivada pela mãe a praticar a modalidade. “Fico muito feliz em ver o JUBs dando espaço para o breaking. Hoje, poder representar o esporte e ver que o breaking chegou tão longe é a certeza de que é só o começo”.

Disputas até domingo

O JUBs reúne em 2022 mais de 7 mil participantes (entre atletas, comissão técnica, profissionais da saúde e voluntários) de todo o país até o dia 25.

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Podem participar dos Jogos Universitários estudantes atletas de 18 a 25 anos regularmente matriculados em uma instituição de ensino superior previamente selecionados nas seletivas estaduais.

Ao todo, 28 modalidades fazem parte com o cronograma esportivo do evento, entre acadêmicas, olímpicas, paralímpicas e eletrônicas. O breaking integra pela primeira vez os Jogos Universitários. Após um período de hiato, o skate e o cheerleading voltam ao evento.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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