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Operação Retomada cumpre 29 ordens judiciais contra investigados por tráfico e organização criminosa

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Vera com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Sinop, deflagrou nesta sexta-feira (11.11) a Operação Retomada, para cumprimento de 29 mandados judiciais. A operação faz parte de ações de repressão qualificada ao tráfico de entorpecentes e formação de organização criminosa na região. 

Equipes policiais das unidades da Delegacia Regional de Sinop cumpriram 17 mandados de prisão e 12 mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Sinop, Sorriso, Vera e Várzea Grande. 

Na cidade de Vera foram cumpridas 8 prisões. Ainda, uma em Sinop e uma em Várzea Grande. Outros sete mandados de prisão foram cumpridos em unidades prisionais de Sorriso, Cuiabá e Várzea Grande contra investigados que já estavam detidos por outros crimes. 

Flagrantes 

Durante a Operação Retomada, seis pessoas foram presas em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Quatro foram detidas em um bar, na noite de ontem (10), no bairro Jardim das Violetas, em Sinop, e outras duas presas na manhã desta sexta-feira. 

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Participam da operação as equipes policiais das delegacias que compõem a Regional de Sinop e as Delegacias Regionais de Nova Mutum, Várzea Grande e Cuiabá.

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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