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Primeira-dama de MT participa da entrega de computadores a entidade filantrópica

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Na tarde desta terça-feira (29.11), a primeira-dama de MT Virginia Mendes, juntamente com a vereadora Michelly Alencar, entregou 10 computadores ao Colégio Filantrópico São Judas Tadeu, localizado no bairro Osmar Cabral, na Capital mato-grossense. Os equipamentos doados são oriundos do programa Recytec, desenvolvido pelo Ministério das Comunicações e a ONG Programando o Futuro, com a meta de recondicionamento de computadores em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci).

O que era para ser apenas uma entrega de doações acabou se tornando em uma tarde de confraternização com as recordações da primeira-dama Virginia Mendes, que ficou muito emocionada com a visita e o reencontro com o diretor da escola Cesar Batista, filho adotivo do fundador do colégio, saudoso Celso Oscar Perottoni.

“Estou muito emocionada. Muitos não sabem, mas eu tenho uma forte ligação com essa escola. Aqui foi minha primeira agenda como primeira-dama do município. Recordo que foi o pai do atual diretor que nos recebeu aqui, e tinha vários problemas. Graças a pessoas de bem, empresários e voluntários conseguimos reestruturar o colégio. Lembro também que comemoramos meu aniversário, foi um dia inesquecível”, contou Virginia Mendes, emocionada.

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De acordo com o atual diretor Cesar Batista, o colégio está em atividade há 40 anos. Ele destacou a importância da primeira-dama do estado para a escola e agradeceu as doações dos computadores.

“A presença da dona Virginia faz toda diferença. É a segunda vez que ela vem em nossa escola, e desde a primeira vinda eu percebi o quanto tê-la por perto é importante.  A entrega desses computadores vai possibilitar aos nossos alunos mais acesso à informação. Hoje atendemos crianças de até 13 anos, são aproximadamente 400 crianças que terão a oportunidade de abrir os horizontes por meio das aulas de informática”, ressaltou o diretor.

Para a vereadora Michelly Alencar, madrinha do programa Recytec, está cada vez mais claro que trabalhar com parcerias é o melhor caminho. 

“Nós precisamos ir onde a população está, conhecer as dificuldades, e só tem uma forma de desenvolver políticas públicas, que é por meio de parcerias e conhecendo os projetos desenvolvidos pelo Governo do Estado através das Secretarias. Quando cheguei aqui nesse colégio, o diretor falou da necessidade das aulas de informática. Eu, enquanto parlamentar, não conseguiria doar 10 computadores de uma só vez, mas com o apoio do programa Recytec e da primeira-dama Virginia Mendes, as coisas tornaram-se possíveis. Hoje é um dia de muita alegria”, afirmou Michelly Alencar.

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“Somos gratos pelas entregas dos computadores. Pessoas como a dona Virginia e a vereadora Michelly têm brilho próprio e iluminam nossos caminhos”, agradeceu Cesar Batista.

Durante a entrega, a primeira-dama Virginia Mendes também conheceu outros trabalhos dos alunos e professores do programa Recytec, a exemplo do protótipo de uma bicicleta elétrica e uma caixa de som, ambos produzidos a partir de equipamentos reciclados.

“Esse projeto é fantástico! A partir da destinação correta dos resíduos, outras coisas podem ser criadas, os alunos e professores estão de parabéns. Com ações como essa, conseguimos também preservar o meio ambiente”, manifestou.

Conforme o projeto, a meta é beneficiar 1.200 alunos por ano com os equipamentos recondicionados.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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