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Gramado da Arena Pantanal começa a ser substituído para a Temporada 2023

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O gramado da Arena Pantanal, gerida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), já começou a ser substituído para a Temporada 2023. Esta é a primeira troca de gramado do espaço desde a Copa do Mundo de 2014, que teve a Arena Pantanal como uma das sede dos jogos.

Durante toda a semana, a empresa especializada responsável por substituir o gramado da Arena Pantanal trabalha na correção do campo com areia, e a grama antiga já foi 100% removida. A estimativa é que até o início do Campeonato Brasileiro 2023, previsto para 15 de abril, a Arena Pantanal já esteja com gramado novo.

A substituição do gramado é uma contrapartida pelo uso do estádio em jogos oficiais, e está sendo promovida pelo Cuiabá Esporte Clube, já garantido para a próxima temporada do Brasileirão.

“Para manter a Arena Pantanal no ranking dos melhores estádios do Brasil, a substituição do gramado é mesmo necessária, uma contrapartida justa do time do Cuiabá pelo uso do estádio nos jogos oficiais. Vamos começar uma nova temporada com um gramado novinho” explicou Jefferson Neves, secretário de Cultura, Esporte e Lazer.

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No fim do ano passado, o Cuiabá chegou a bancar a revitalização completa no gramado da Arena Pantanal, em parceria com uma empresa especializada, com a finalidade de deixar o campo com plenas condições para a Temporada 2022, que contou com as disputas do Mato-grossense, Copa do Brasil, Copa Sul-Americana e Brasileirão.

“Hoje, a Arena Pantanal figura entre os principais estádios do Brasil. A queridinha da Copa América 2021 foi palco de importantes competições nacionais e internacionais. Sediou a Supercopa do Brasil deste ano e recebeu 38 jogos da Série A entre 2021 e 2022, além de ter sido um dos palcos da Copa do Mundo de 2014”, recorda Jefferson.

Fonte: GOV MT

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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