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Hospital Estadual Santa Casa realizou mais de 420 mil atendimentos em três anos

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Há pouco mais de três anos sob a gestão da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), o Hospital Estadual Santa Casa, em Cuiabá, recebeu mais de R$ 18,6 milhões de investimentos e realizou mais de 420 mil atendimentos, entre consultas, exames, internações e cirurgias.

“O resgate da unidade em 2019, que até então era filantrópica, foi primordial para a saúde do Estado. A decisão energética da atual gestão beneficiou a população mato-grossense, proporcionado aos usuários do SUS uma estrutura moderna e de qualidade. Hoje o Hospital é referência para os 141 municípios de Mato Grosso na realização de cirurgias de alta complexidade e atendimentos ambulatoriais”, disse a secretária de estado de Saúde Kelluby de Oliveira.

O Hospital Estadual Santa Casa foi inaugurado em 23 de julho de 2019, após a atual gestão requisitar administrativamente a unidade, em maio. À época, o local estava fechado havia 60 dias. 

Na unidade, foram investidos cerca de R$ 3 milhões em uma reforma completa, que contou com pintura internas e externas, troca de piso, manutenção no telhado, reajustes na rede elétrica, revitalização das alas da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cozinha, refeitório, recepção do setor administrativo, enfermarias, Centro de Materiais Esterilizados (CME), Oncologia Infantil, Hemocentro e dos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE).

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Além de melhorias na infraestrutura do hospital, a SES ainda investiu R$ 15,6 milhões para manutenção da unidade. Esse valor foi depositado judicialmente pelo uso do prédio e dos bens móveis do local, conforme acordado no Tribunal Regional de Trabalho da 23ª Região (TRT-MT). Os depósitos ocorreram entre 2019 e 2021 e são referentes à requisição das instalações do hospital que compreende até dezembro de 2022, ou seja, o órgão estadual antecipou os pagamentos quitou todas as pendencias ainda em 2021.

A secretária adjunta de Gestão Hospitalar da SES, Caroline Dobes, pontua que o local não atua apenas para atendimento da baixada cuiabana, mas de toda população de Mato Grosso. “A nossa equipe está muito preparada para receber toda a população que precisa dos serviços disponíveis no local”, afirma a gestora. 

Dos 420 mil atendimentos realizados ao longo desses três anos de funcionamento, um total de 1.525 correspondem ao ano de 2019, cerca de 165 mil são atendimentos ocorridos em 2020, 180 mil foram atendimentos registrados em 2021 e aproximadamente 74 mil em 2022.

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Serviços ofertados

Atualmente, o Hospital Estadual Santa Casa dispõe de 177 leitos de enfermaria e 41 leitos de UTI. A diretora do Hospital, Patrícia Neves, ressalta que o local é referência nas áreas de clínica médica geral, cirurgia geral e pediátrica, cirurgia e clínica oncológica, cirurgia e clínica vascular, hemodiálise adulto e infantil, nefrologia adulto e pediátrica, neurologia adulto e pediátrica, neurocirurgia pediátrica, pneumologia, psiquiatria, otorrinolaringologia adulto e pediátrica, cardiologia clínica adulto e infantil, cardiologia intervencionista e hemodinâmica, além de ofertar exames de imagens e laboratoriais.

Devido à pandemia da Covid-19, em março de 2020 o Hospital Estadual precisou se adaptar à nova realidade da saúde mundial e passou por adequações estruturais para se tornar referência estadual no atendimento de pacientes em tratamento do novo coronavírus. O local ainda recebe pacientes do SUS regulados para a unidade para tratar os sintomas leves da doença.  

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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