MATO GROSSO
“Desafio da gestão é entregar muito mais do que fizemos até hoje”, afirma chefe da Casa Civil
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Dezesseis secretários de Estado tomaram posse na noite deste domingo (1º.01), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, para o segundo mandato do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, e do vice, Otaviano Pivetta. Na ocasião, o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, ressaltou que o desafio é promover uma gestão ainda mais eficiente, em todas as áreas do serviço público.
“É um desafio grande esta segunda gestão. O governador tem dito muito a palavra eficiência, que vai ser o objetivo desse novo mandato. Temos que melhorar nossa eficiência na saúde, na máquina pública, na educação, em todos os pilares do nosso governo. Temos que entregar muito mais do que entregamos até hoje. Mas temos uma equipe forte, unida, coesa, que realmente debate os problemas de Mato Grosso e os encara de frente”, discursou Mauro Carvalho.
À frente da Casa Civil de 2019 a março de 2022, Mauro Carvalho lembrou as dificuldades encontradas pelo governador Mauro Mendes e seus secretários no início da primeira gestão, e ressaltou o importante apoio da Assembleia Legislativa para que o Estado pudesse recuperar sua solidez fiscal. O secretário ainda lembrou da pandemia da Covid-19, enfrentada desde o segundo ano de mandato, e expressou sua solidariedade pelas perdas provocadas pela emergência sanitária.
Representando os demais empossados, Mauro Carvalho destacou a determinação do governador Mauro Mendes com os projetos tocados no Estado, e afirmou que seu foco e comprometimento são inspirações tanto para os secretários de Estado, quanto para os presidentes de empresas e autarquias, que também convivem com Mauro Mendes.
“Em todos os projetos, sem exceção, tem o dedo do governador, em todas as secretarias, empresas e autarquias. Realmente, isso é uma personalidade sua, Mauro, muito diferente, porque você consegue se envolver em tudo que existe no Estado de Mato Grosso. É impressionante a sua energia, independente da hora do dia, a sua concentração, o seu foco, e é isso que faz a diferença nessa gestão. Você acaba contagiando a todos nós com a sua vontade de entregar um governo muito melhor do que tivemos nos primeiros quatro anos”, afirmou.
Mauro Carvalho destacou importantes ações realizadas pelo Governo do Estado nos últimos quatro anos, como a estadualização das rodovias federais BR-174 e BR-163, importantes para o desenvolvimento de Mato Grosso, e a construção de seis novos hospitais.
Ao final, o secretário também aproveitou para destacar o apoio da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, que atua de forma voluntária no Governo do Estado, e agradeceu o empenho de servidores públicos que ajudaram a transformar o Estado de Mato Grosso.
Solenidade de posse
Estiveram presentes na cerimônia a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino, os senadores Wellington Fagundes, Jaime Campos e Margareth Buzetti, os deputados federais Fábio Garcia e Carlos Bezerra. Os deputados estaduais Max Russi, Elizeu Nascimento, Xuxu Dal Molin, Carlos Avalone, Valmir Moretto, entre outras autoridades e familiares.
Confira abaixo a relação de novos secretários:
1. Casa Civil – Mauro Carvalho
2. Chefe de Gabinete de Governo – Jordan Espíndola
3. Comunicação – Laice Souza
4. Agricultura Familiar – Tetê Bezerra
5. Cultura Esporte e Lazer – Jeferson Neves
6. Desenvolvimento Econômico – César Miranda
7. Educação – Alan Porto
8. Fazenda – Rogério Gallo
9. Planejamento e Gestão – Basílio Bezerra
10. Infraestrutura e Logística – Marcelo de Oliveira
11. Meio Ambiente – Mauren Lazzaretti
12. Procuradoria Geral do Estado – Francisco Lopes
13. Saúde – Gilberto Figueiredo
14. Segurança Pública – Coronel César Augusto de Camargo Roveri
15. Controladoria Geral – Paulo Farias
16. Ciência, Tecnologia e Inovação – Allan Kardec
Fonte: GOV MT
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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