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Homem morre após ter 90% do corpo queimado pelo vizinho durante bebedeira

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Homem identificado como Josué da Silva Lima, 43 anos, faleceu nesta quinta-feira (5), após ter 90% do corpo queimado por um vizinho durante desentendimento. A vítima estava internada no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) e havia sido transferida de Aripuanã.

O episódio foi registrado no dia 29 de dezembro. Na ocasião, a Polícia Militar foi acionada para se deslocar até o hospital da cidade após Josué dar entrada com queimaduras pelo corpo.

Na unidade, testemunhas relataram que vítima e suspeito estariam ingerindo bebida alcoólica desde o dia anterior e em dado momento teriam iniciado uma discussão, por motivos desconhecidos.

Durante o desentendimento, o suspeito teria deixado o local e depois retornado com um balde de gasolina. O suspeito jogou o combustível em Josué e depois ateou fogo. Na sequência o criminoso fugiu. 

Por conta dos graves ferimentos, Josué precisou ser transferido para Cuiabá, mas não resistiu as queimaduras e faleceu nesta quinta-feira em decorrência de parada cardíaca.

A empresa onde a vítima trabalhava lamentou a morte. “Hoje nosso colaborador, Josué da Silva Lima nos deixa. Nossos pêsames e sentimentos nesse momento”, publicou no Facebook.

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O corpo será translado para Aripuanã. O suspeito do crime está foragido. (Com Show de Notícias)

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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