MATO GROSSO
Índigena é preso suspeito de agredir e tentar beijar duas mulheres
MATO GROSSO
Polícia Militar prendeu indígena de 24 anos suspeito de tentar beijar e morder o pescoço de duas mulheres na quinta-feira (26), em Barra do Garças ( 511 km de Cuiabá). O acusado se encontrava totalmente transtornado, aparentemente sob forte efeito de bebida alcoólica.
A equipe da PM foi acionada para averiguar a situação de importunação sexual e encontrou o suspeito detido pelos populares. O acusado se encontrava totalmente transtornado.
Segundo relatos das vítimas e testemunhas dos fatos, o suspeito teria usado a força para tentar agarrar e beijar a primeira vítima, sendo impedido por testemunhas. Em seguida, ele saiu do local e praticou o mesmo ato com outra mulher e foi detido pelos populares novamente.
Quando a PM chegou, o suspeito gritava a todo momento que queria “matar um branco”. O homem foi preso em flagrante pelo crime de importunação sexual e encaminhado à Delegacia de Polícia para as providências que o caso requer.
OLHAR DIRETO
MATO GROSSO
Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque
Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.
Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.
A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.
Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.
Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.
“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.
Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.
Serviço
Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque
Horário: 28 de maio, às 19h
Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá
Entrada franca
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